Hoje vou falar de sexo.
Lamentavelmente, qual tuga de gema, nunca falei das boas quec*as que têm acontecido com alguma regularidade. Porém, a ocorrência da pior quec*a deste ano, tem direito a post. É realmente lamentável, mas nem por isso me sinto demovida a assinalar a ocasião.
Pois é, várias poderão ser as razões para este acontecimento: toma muito recente de contraceptivo hormonal, onde o corpo poderá ainda estar em fase de adaptação; falta de preparação prévia, pois efectivamente não estava a prever a ocorrência de uma sessão de "amor"; cansaço, stress, e desânimo que sentia no dia; utilização de incentivo que se demonstrou uma grande falácia; entre outros.
Ressalvo que a pessoa que estava a tentar fazer "o amor" ao mesmo tempo que eu não poderá ser o culpado, pois como sempre acabou por demonstrar estar á altura. Ou ao comprimento, como preferirem.
O que me perturba é não conseguir percebeu porque aconteceu.
Será que este contraceptivo hormonal irá prejudicar as minhas relações mais intimas, através de secura desértica no baixo ventre e libido reduzida? Será que se trata de efeitos da fase de adaptação? É certo que detesto ter de utilizar este tipo de químicos, mas recuso a acreditar que foi por mera causalidade psicológica.
Ter-se-á dado o caso da utilização do gel alegadamente estimulador do orgasmo, Play-O, ter sido mais propriamente "dificultador" do orgasmo? Aproveito a oportunidade para expressar que se trata de publicidade enganosa: qual efeito peta-zetas qual quê, a sensação é a de que colocamos uma pastilha elástica de mentol super potente no sítio errado. Merece, contudo, o benefício da dúvida, pelo que o frasco ficou guardado para ser utilizado noutra circunstância.
Bem, durante o decorrer deste semana espero esclarecer estas dúvidas. Se nada for retratado, então descansem os meus caros bloguistas, pois significa que tudo está bem.
Novembro
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Terra Nostra!
Fartei-me de rir a ler este mail, cujo texto foi supostamente elaborado pelo Miguel Esteves Cardoso; com podem ver além da piada de uma forma geral, esta sátira toca-me de modo particular:
“Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo. Há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide. Nunca mais ninguém o viu.Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia! Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide eMoscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umaságuas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja… ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na CEE. De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses. Imagine-se o impacte de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar. Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho). E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto,
para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda. Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga),mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir. Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro). É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima! Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomesdos restaurantes giraços, tipo Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do "Bogadouro"¹, (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).¹ - Bogadouro é o Mogadouro quando se está constipado!!!", Miguel Esteves Cardoso.
Novembro
“Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo. Há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide. Nunca mais ninguém o viu.Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia! Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide eMoscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umaságuas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja… ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na CEE. De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses. Imagine-se o impacte de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar. Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho). E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto,
para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda. Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga),mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir. Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro). É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima! Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomesdos restaurantes giraços, tipo Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do "Bogadouro"¹, (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).¹ - Bogadouro é o Mogadouro quando se está constipado!!!", Miguel Esteves Cardoso.
Novembro
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Tema Semanal: Leve conto sobre o homem triste
Era uma vez... a história de um homem triste, que vivia sozinho, só com o seu cão e pouco mais bens que possuía. Ao contrário do que se fazia esperar, ele encontrava-se quase sempre rodeado de pessoas: umas brancas, umas pretas, umas altas e gordas, outras pequenas e magras, enfim, de tudo um pouco. De manhã até à noite, assim estava ele, rodeado de seres abstractos que para ele nenhum significado tinham e nenhuma importância lhes atribuia. Contudo, o seu medo de ficar sozinho, com o seu ser medíocre, triste e vazio, era tanto, que para as manter perto dele, aliciava-as com conversas do "entretém", com temas sem base nenhuma, com piadas supérfluas, com situações banais da vida pessoal comum, que ele contava com verdadeiro entusiasmo para fazer acreditar os outros da vida fantástica que parecia ter. Assim que estes seres, eles sim com uma vida a viver, independentes e conscientes, as costas viravam às palavras feias, gestos rudes e todo ele um ser anulado em si mesmo, ele exercia criticas ferozes, comentários cortantes e voltava sozinho para sua casa, depois de ter esprimido ao máximo as almas dos pobres ouvintes. *j*t*
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Sentimento do dia 3/Fev/2009
"Ás vezes abro armários e encontro la dentro fantasmas à espreita. Tantos fantasmas!
Escolho fugir, não os ver mais. Fugir, para outros armários onde ainda não tenho fantasmas de atalaia.
Quando este novo armário ficar contaminado, não saberei o que fazer."
Novembro
Escolho fugir, não os ver mais. Fugir, para outros armários onde ainda não tenho fantasmas de atalaia.
Quando este novo armário ficar contaminado, não saberei o que fazer."
Novembro
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Desejos para 2009, por Novembro
Neste novo ano de 2009...
*Quero deixar para trás:
1. A incapacidade de não me enervar devido á minha actual dinâmica familiar. Para quem me conhece, não é necessária explicação. Quero deixar para trás as pequenas impossibilidades, restrições, cuidados e pseudo-erros. Talvez daqui surjam apenas novos tipos de crítica, mas aqui estou para lidar com eles.
2. A nível profissional, espero deixar para trás a desconfiança dos superiores, a desorganização e a dificuldade em ser assertiva.
3. A dificuldade quem aceitar os meus erros e em me aceitar como imperfeita, aceitando assim que os outros podem falhar sem terem de se auto-mutilar por isso.
*Quero conseguir:
A. Viver esta vida a dois, com a minha casa a ser construída passo a passo, descobrindo sensações novas e "quentinhas" todos os dias. Ter os meus objectos na mesma casa.
B. Que depois de tudo correr bem no dia D, façamos uma lua-de-mel jeitosa, onde me divirta muito descanse muito e ame muito.
C. Desejo que o meu pai encontre um trabalho que lhe permita sustentar a sua casa e ajudar as filhas.
D. Para 2010 (um pouco de batota, eram apenas 3 desejos) desejo começar a dar formação ou matricular-me num mestrado; quem sabe, em 2011 estou a entrar num novo desafio, onde ganhe mais e tenha uma hora de entrada e de saída.
Até ao próximo café,
Novembro.
*Quero deixar para trás:
1. A incapacidade de não me enervar devido á minha actual dinâmica familiar. Para quem me conhece, não é necessária explicação. Quero deixar para trás as pequenas impossibilidades, restrições, cuidados e pseudo-erros. Talvez daqui surjam apenas novos tipos de crítica, mas aqui estou para lidar com eles.
2. A nível profissional, espero deixar para trás a desconfiança dos superiores, a desorganização e a dificuldade em ser assertiva.
3. A dificuldade quem aceitar os meus erros e em me aceitar como imperfeita, aceitando assim que os outros podem falhar sem terem de se auto-mutilar por isso.
*Quero conseguir:
A. Viver esta vida a dois, com a minha casa a ser construída passo a passo, descobrindo sensações novas e "quentinhas" todos os dias. Ter os meus objectos na mesma casa.
B. Que depois de tudo correr bem no dia D, façamos uma lua-de-mel jeitosa, onde me divirta muito descanse muito e ame muito.
C. Desejo que o meu pai encontre um trabalho que lhe permita sustentar a sua casa e ajudar as filhas.
D. Para 2010 (um pouco de batota, eram apenas 3 desejos) desejo começar a dar formação ou matricular-me num mestrado; quem sabe, em 2011 estou a entrar num novo desafio, onde ganhe mais e tenha uma hora de entrada e de saída.
Até ao próximo café,
Novembro.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
"Desejos para 2009" - Proposta de Tema Semanal
Bom dia novo ano!!
O início de um novo ano representa, para a maioria das pessoas, a definição de novos objectivos e o alívio relativamente a problemas e situações, que podemos agora dizer que pertencem ao passado! Tal como diz o Dr.Phil, com o qual podemos aprender tanto na SicMulher (lol), objectivos são sonhos com um plano de execução.
Temos a possibilidade de respirar um ar um pouco mais puro, de inspirar uma bola de energia purificante e cicatrizante, enquanto expelimos ar negro e poluído, a cada expiração.
Falta frequentemente materializar esses desejos novos, para que na próxima passagem de ano, possamos comparar com o que aconteceu, e assim avaliar o que andamos para aqui a fazer neste mundo.
Assim, o tema desta semana é a definição de "3 objectivos principais" a alcançar neste novo ano, a par de "3 problemas" ou situações que queremos deixar para trás das costas.
Podemos obviamente alongar essa definição, descrevendo o plano para atingir os objectivos assim como o plano para manter as tais situações no passado.
E assim ficamos!
Caríssimas, até ao próximo café!
O início de um novo ano representa, para a maioria das pessoas, a definição de novos objectivos e o alívio relativamente a problemas e situações, que podemos agora dizer que pertencem ao passado! Tal como diz o Dr.Phil, com o qual podemos aprender tanto na SicMulher (lol), objectivos são sonhos com um plano de execução.
Temos a possibilidade de respirar um ar um pouco mais puro, de inspirar uma bola de energia purificante e cicatrizante, enquanto expelimos ar negro e poluído, a cada expiração.
Falta frequentemente materializar esses desejos novos, para que na próxima passagem de ano, possamos comparar com o que aconteceu, e assim avaliar o que andamos para aqui a fazer neste mundo.
Assim, o tema desta semana é a definição de "3 objectivos principais" a alcançar neste novo ano, a par de "3 problemas" ou situações que queremos deixar para trás das costas.
Podemos obviamente alongar essa definição, descrevendo o plano para atingir os objectivos assim como o plano para manter as tais situações no passado.
E assim ficamos!
Caríssimas, até ao próximo café!
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