O ser humano passa a vida a queixar-se...Nunca tá contente com nada...e toda a gente se desculpa com o facto "ah é da nossa natureza". Pois é eu sou um ser humano e passo a vida a queixar-me, tudo corre mal, queria aquilo e nao tenho, queria atençao e nao tenho (ou julgo nao ter), sinto-me uma incompreendida, queria um namorado e nao tenho, queria ser diferente, queria ser perfeita, queria ser uma pessoa mais decidida...Quando vejo na televisão as pessoas a morrerem de fome, pessoas a morrerem nos hopsitais, crianças a serem espancadas and so on, isso comove-me e até choro, sendo nesses momentos que penso como tenho SORTE na Vida, mas 3 horas depois o que é que eu penso : Como vou acabar com a minha celulite!!!!!Isto tudo para vos dizer que até ontem me odiava enquanto pessoa: sentia-me mal e nao fazia nada para alterar esse estado, vivia por viver, sentia-me mal por dar importância a algumas futilidades, até ontem o que me apetecia era apanhar grandes bebedeiras e fumar ganza, era o que fazia sentido! Ontem tudo MUDOU...Há 15 dias uma pessoa da minha familia e de quem eu gosto imenso (é como um irmao) ia morrendo num acidente dada a sua inconsciência de conduzir alcoolizado, ontem fui ver uma das pessoas mais especiais para mim ao hospital porque apanhou uma bebedeira tal que decidiu mandar um alto sopapo a uma vitrina. Foi operado e lixou os tendões. Quando acordou o médico disse-lhe que ele poderia não recuperar o movimento a 100%...HORRIVEL de se ouvir!!!!Isto para mim sao sinais do universo para eu acordar para a vida...nao tem que me acontecer nada de mal a mim própria para eu começar a reagir de outra forma. Tenho medo que me aconteça alguma coisa de mal:(! Isto abalou-me de tal modo que a partir de HOJE vou-me agarrar à vida com outra atitude. Posso vos garantir que nao é uma vontade momentânea, é uma vontade enorme que sinto dentro de mim, uma vontade de VIVER...ja nao sentia isto desde os meus 14 anos...
Estou a escrever o texto e tenho as lágrimas a escorrerem-m pela cara, reflexo da minha anterior "in"vontade de viver e da minha actual incapacidade de resolver o problema destas 2 pessoas de quem vos falei e as quais fazem parte da minha vida...
quinta-feira, 26 de abril de 2007
quarta-feira, 25 de abril de 2007
There's no escape, except on someone else...
Um dia, a long time ago, tive um pensamento, repentino, inesperado, mas de uma clareza imensa! Tive a aparição do meu passado a decorrer, ou seja, tive a aparição do meu "eu" no passado ainda a existir; o meu passado, tudo aquilo que já fiz ou disse, ainda a acontecer e a decorrer no tempo e no espaço! É estranho e até difícil de entender, eu sei, mas tentem imaginar o vosso passado ainda a decorrer, tentem imaginar-vos nos caminhos que percorreram, como se os continuassem a percorrer; tentem imaginar as conversas que tiveram, como se as continuassem a ter, como se tudo isto verdadeiramente continuasse a "ser", a "existir", só que noutra dimensão! Isto dar-nos-ia algumas explicações para os "dejá vu's" (já que o futuro provavelmente também já está a decorrer), para os pensamentos que temos sobre o passado (certo, Cravings?)... Seria curioso ver-me no passado, como eu era, como me vestia e o que dizia! Ou não... Talvez preferisse ver o futuro, pois do passado lembro-me bem! Talvez preferisse ver como serei e o que terei, enquanto pessoa, para, pelo menos, livrar-me de algumas dúvidas que tenho agora! Serei feliz? Não enquanto estado absoluto e permanente, mas sim enquanto estado de paz e liberdade amenas e relativamente seguro (todos precisamos de nos sentir seguros, não me venham com tretas!), que nos permita dia(s) após dia(s) encontrar a beleza da vida e a alegria que existe permanentemente no contacto com os outros! Quero-o tanto!
"A solidão é uma forma de economia. A pessoa quando mais solitária, quanto mais o seu cérebro se desdobra em atenção pelo mundo que a rodeia, mais enriquece", Agustina Bessa-Luis(*1).
Mas não, não pode ser! Sozinha a pessoa acabará progressivamente na ignorância e na inexistência de si, ao não partilhar o que sabe e o que é com o Outro. Como já dissera, precisamos que nos toquem, assim como precisamos de tocar os outros... O que sinto neste momento é uma indefinição de mim, não sei bem como ser e quem sou! Dou por mim a fingir (ou não) o que acho que sou, como os outros gostariam que fosse, só para saber se ainda consigo que gostem de mim e saber se sou aceite no "mundo social"! Mas isto há-de passar, não é Novembro? Aproveito também para te agradecer, a tua ajuda, as tuas palavras e a tua presença! Obrigado!
Espero sinceramente que no meu futuro, aquele que acredito já estar a decorrer (e que estarei a fazer agora, daqui a 10 anos?!), vocês lá estejam todas! Sinceramente! *j*t*
(*1) Também tua Cravings... sorry!
domingo, 22 de abril de 2007
"Nos dias em que não reguei a vida choveu"
A JT relembrou-me de algo que lhe disse em novembro de 2004. Na última semana tenho-me lembrado de pensamentos que tive hà alguns anos atrás...e os outros têm-me recordado de coisas que lhes disse. mas, enquanto as recordações estão tão presentes como se tivessem sido ontem, aquilo que os outros me atribuem é-me dificil de situar, como se não fosse meu, como se tivesse sido outra pessoa. Não é que eu hoje seja uma pessoa tão diferente que o que disse me pareça tão estranho ao meu "ser", a questão é que não me lembro de mim (talvez seja isso) não me lembro de mim. Se não me lembro de todo não posso ter sido eu a fazer ou dizer algo. Não é? Não me lembro! Vi um video de há três meses atras e não me lembro de ter sentido aquilo que disse, não me ficou cá nada. É assustador! e tão frequente nos últimos tempos.
Mas hoje, esta noite, sinto-me triste por aquilo que não tenho e que não sou capaz de pedir.
The next best thing: imaginar.
De qualquer forma, JT, lembrei-me. De repente, lembrei perfeitamente do que queria dizer, e lembrei-me da conversa durante a qual a disse. Mas agora é como se a ouvisse pela primeira vez e percebi o que queria dizer.
Mensagens:
Boa viagem Novembro, manda o postal :)
Boa viagem,também, para a Kaloria, no novo caminho que começaste este fds a percorrer
Boa viagem Jasmim Tea, porque, tu, estás sempre em a percorrer um caminho, estás sempre a caminho de algo
Beijos para todas as fadas
Mas hoje, esta noite, sinto-me triste por aquilo que não tenho e que não sou capaz de pedir.
The next best thing: imaginar.
De qualquer forma, JT, lembrei-me. De repente, lembrei perfeitamente do que queria dizer, e lembrei-me da conversa durante a qual a disse. Mas agora é como se a ouvisse pela primeira vez e percebi o que queria dizer.
Mensagens:
Boa viagem Novembro, manda o postal :)
Boa viagem,também, para a Kaloria, no novo caminho que começaste este fds a percorrer
Boa viagem Jasmim Tea, porque, tu, estás sempre em a percorrer um caminho, estás sempre a caminho de algo
Beijos para todas as fadas
terça-feira, 17 de abril de 2007
Hold me, 'till it's not hard to fall
Hoje apetece-me falar do bem, das pessoas, daquilo que elas merecem que façamos por elas! As pessoas são más, sim, é verdade! O homem é naturalmente mau, sim, eu sei! Mas e depois? E nós? Não somos também nós pessoas que fazemos sofrer os outros? Quer queiramos quer não (e por muito que não queiramos querer) muitas vezes somo injustos, inconsequentes, inconscientes, e tantos mais "ins" que poderia continuar a enumerar por aqui adiante! E quando de facto temos a imediata consciência que o fomos, como custa! Ui! Já o senti e o sentimento que fica é de pura vergonha ("como fui capaz?")... No entanto, ainda bem! Agimos, mal é certo, mas agimos e tivemos consciência da inconsciência do nosso acto! Parece-me bem... Noutras situações que se seguirem, semelhantes, já pensaremos melhor antes de falar, porque sabemos a vergonha que já passámos! :)
Em relação ao outros, ao "Outro", o que tenho a dizer é que, independentemente de sabermos que ele é mau, que mais cedo ou mais tarde ele vai pensar "nele", não em "nós", que vai ser ele próprio inconsequente e injusto para nós (nós que se calhar até lhe fizemos o bem), acho que não há nada melhor que ajudá-lo, naquilo que pudermos; não há nada melhor que fazê-lo sorrir, da forma que conseguirmos; e não há nada melhor que fazê-lo sentir-se a ele próprio, tocando-o para não se esquecer de que existe! O contacto, seja ele visual, verbal ou físico, ajuda-nos a nós e ao Outro. Todos precisamos de nos sentir vivos e ver alguém sorrir para nós, por nossa culpa, é algo tão ou mais gratificante do que uma palavra!
No fim, quando correr mal, quando mais nenhum sorriso surgir dos lábios que já um dia sorriram, nem mais nenhuma palavra bonita a acompanhá-lo, enfim... não faz mal! Saberemos que em tempos nos sentimos bem, que o "Outro" nos fez sentir bem e que também nós fomos parte dele... Não é que passem as pessoas, quando o nosso pouco é feito da passagem delas (Jorge de Sena, Noutros Lugares). *j*t*
segunda-feira, 9 de abril de 2007
Pelo que leio por aqui os estados de espírito não são dos mais alegrezitos :( bom, então permitam-me fazer a BSO da vossa vida, o que como devem imaginar também será deprimente. Deprimente mas de grande qualidade. Ao menos isso. Por tanto, vão já a correr por as seguintes músicas : http://www.youtube.com/watch?v=bnvr2NW5RTU&mode=related&search= ; http://www.youtube.com/watch?v=0WFlbywF4NU ; http://www.youtube.com/watch?v=TbCIQ-SKhKE enquanto pensam na vida. (espero depois disto ainda ter alguém com quem falar e quem nem todos se tenham suicidado)
De qualquer forma, oiçam a música, mas sobretudo as letras. todas três são incrivelmente belas e no entando doiem. Talvez seja suposto ser assim, talvez não exista outra forma de existência. Talvez seja isso...por mim não estou disposta a abdicar da dor se for verdade...
De qualquer forma, oiçam a música, mas sobretudo as letras. todas três são incrivelmente belas e no entando doiem. Talvez seja suposto ser assim, talvez não exista outra forma de existência. Talvez seja isso...por mim não estou disposta a abdicar da dor se for verdade...
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Continuo triste... A vida não me corre lá muito bem! Na verdade, talvez não devesse queixar-me tanto, existem pessoas bem piores que eu, doentes ou acamadas, por exemplo, sem esperança no futuro, porque a vida delas praticamente está acabda, excepto na quantidade de tempo que lhes falta para morrer! E eu, que se fosse uma fada seria a Hope Fairy (não é meninas?!), tenho esperança, acho eu, no futuro! Quero acreditar que tudo vai pelo melhor, que tudo acontece por uma razão e que as pessoas que mais desdenham da vida (entenda-se "de tudo"), são aquelas que não conseguem encontrar a luz (a minha mãe é um pouco assim!).
O amor, o amor... Eu, ao longo da vida, sempre fui capaz de muito pelo Outro, sempre exigi mais de mim para não ter que exigir do Outro, como se eu fosse capaz de me dividir em dois e agir duplamente, só para que ele não se cansasse de mim (ou não se cansasse a ele). Agora talvez perceba, uma vez mais e talvez, que eu fazia isso para não ouvir "nãos", sempre ouvi "nãos" e cansada de os ouvir, arranjava forma de chegar a todo o lado! Estou cansada...
O amor, o amor... Eu, ao longo da vida, sempre fui capaz de muito pelo Outro, sempre exigi mais de mim para não ter que exigir do Outro, como se eu fosse capaz de me dividir em dois e agir duplamente, só para que ele não se cansasse de mim (ou não se cansasse a ele). Agora talvez perceba, uma vez mais e talvez, que eu fazia isso para não ouvir "nãos", sempre ouvi "nãos" e cansada de os ouvir, arranjava forma de chegar a todo o lado! Estou cansada...
**
"Não é que ser possivel ser feliz acabe,
quando se aprende a sê-lo com bem pouco.
Ou que não mais saibamos repetir o gesto
que mais prazer nos dá, ou que daria
a outrem um prazer irrestível. Não:
o tempo nos afina e nos apura:
faríamos o gesto com infida ciência.
Não é que passem as pessoas, quando
o nosso pouco é feito da passagem delas.
Nem é também que ao jovem seja dado
o que a mais velhos se recusa. Não.
**
É que os lugares acabam. Ou ainda antes
de serem destruidos, as pessoas somem,
e não mais voltam onde parecia
que elas ou outras voltariam sempre
por toda a eternidade. Mas não voltam,
desviadas por razões ou por razão nenhuma.
**
É que as maneiras, modos, circunstâncias
mudam. Desertas ficam praias que brilhavam
não de água ou sol mas solta juventude.
As ruas rasgam casas onde leitos
já frios e lavados não rangiam mais.
E portas encostadas só se abrem sobre
a treva que nenhuma sombra aquece.
**
O modo como tínhamos ou víamos,
em que com tempo o gesto sempre o mesmo
faríamos com ciência refinada e sábia
(o mesmo gesto que seria útil,
se o modo e a circunstância persistissem),
tornou-se sem sentido e sem lugar.
**
Os outros passam, tocam-se, separam-se,
exactamente como dantes. Mas
aonde e como? Aonde e como? Quando?
Em que praias, que ruas, casas, e quais leitos,
a que horas do dia ou da noite, não sei.
Apenas sei que as circunstâncias mudam
e que os lugares acabam. E que a gente
não volta ou não repete, e sem razão, o que
só por acaso era a razão dos outros.
**
Se do que vi ou tive uma saudade sinto,
feita de raiva e do vazio gélido,
não é saudade, não. Mas muito apenas
o horror de não saber como se sabe agora
o mesmo que aprendi. E a solidão
de tudo ser igual doutra maneira.
E o medo de que a vida seja isto:
um hábito quebrado que se não reata,
senão noutros lugares que não conheço.", Jorge de Sena, Noutros Lugares
terça-feira, 3 de abril de 2007
Próximo objectivo: 14h/18h - obter CAP.
Caras companheiras de tasca,
agora que já fiz as minhas pesquisas de emprego na net e já tratei de alguns assuntos da autoscopia aqui no computador da UTL, sobra-me tempo para dizer algumas baboseiras por aqui.
Ando assim um bocado estranha, resolvi um problema, mas tenho outros "em mente". O meu pai não me fala faz hoje um mês. Parece que ninguém la em casa está a dar muita importância a isso, tudo continua normalmente à excepção desse pequeno pormenor. Custa-me perceber isto. Portanto tenho andado a pensar em coisas antigas, situações passadas, e cheguei à conclusão de que preciso de ajuda para ultrapassar certas coisas, que por mais que eu negue, ainda me afectam... A falta de dinheiro é um travão.
Ainda não tenho emprego, e às vezes è difícil manter a perspectiva, às vezes sinto que devia desistir destes sonhos todos e arranjar a merda de um trabalho. Por outro lado, penso que na segunda feira já vou saber se o tal senhor da instituição me escolheu, pelo menos foi o que a minha colega disse, e ela acha que me vão escolher. Era muito bom, um grande ponto de partida, talvez aí fosse mais fácil ver a minha vida com optimismo. Muito bom mesmo é o facto de que eu vou ser titi em Novembro, tou ansiosa por começar a comprar montes de coisinhas, era fixe que fosse uma menina, para lhe comprar muitos vestidinhos e fitinhas. Será Inês se for menina, aceitam-se sugestões de nomes para rapazes; os melhores até agora são rodrigo, martim, afonso, diogo.
Agora vou ao curso, o que foi uma grande ideia da minha parte, tenho as tardes ocupadas o que é bom, e aprendo coisas giras. Jasmim: um abraço forte para uma grande mulher, vai tudo correr pelo melhor, vais ver.
agora que já fiz as minhas pesquisas de emprego na net e já tratei de alguns assuntos da autoscopia aqui no computador da UTL, sobra-me tempo para dizer algumas baboseiras por aqui.
Ando assim um bocado estranha, resolvi um problema, mas tenho outros "em mente". O meu pai não me fala faz hoje um mês. Parece que ninguém la em casa está a dar muita importância a isso, tudo continua normalmente à excepção desse pequeno pormenor. Custa-me perceber isto. Portanto tenho andado a pensar em coisas antigas, situações passadas, e cheguei à conclusão de que preciso de ajuda para ultrapassar certas coisas, que por mais que eu negue, ainda me afectam... A falta de dinheiro é um travão.
Ainda não tenho emprego, e às vezes è difícil manter a perspectiva, às vezes sinto que devia desistir destes sonhos todos e arranjar a merda de um trabalho. Por outro lado, penso que na segunda feira já vou saber se o tal senhor da instituição me escolheu, pelo menos foi o que a minha colega disse, e ela acha que me vão escolher. Era muito bom, um grande ponto de partida, talvez aí fosse mais fácil ver a minha vida com optimismo. Muito bom mesmo é o facto de que eu vou ser titi em Novembro, tou ansiosa por começar a comprar montes de coisinhas, era fixe que fosse uma menina, para lhe comprar muitos vestidinhos e fitinhas. Será Inês se for menina, aceitam-se sugestões de nomes para rapazes; os melhores até agora são rodrigo, martim, afonso, diogo.
Agora vou ao curso, o que foi uma grande ideia da minha parte, tenho as tardes ocupadas o que é bom, e aprendo coisas giras. Jasmim: um abraço forte para uma grande mulher, vai tudo correr pelo melhor, vais ver.
Dia 28 de Março, na verdade...
Caras amigas, a data deste post é na verdade 28 de Março também, mas como sou infoexcluída só pude coloca-lo no blog agora. Cá vai: "Escrevo pela noite dentro, não consigo dormir. A razão: evoluímos, crescemos, mudámos, algumas questões permanecem. O que é o amor? O que é insatisfação aceitável? Qual o limite entre o admissível e o que não devemos tolerar? Será a quantidade de momentos infelizes a dividir pela quantidade de felizes? Ou cada aspecto questionável assume uma ponderação específica? Devemos tentar mudar aqueles que amamos? As mudanças parciais já são aceitáveis?
Julgo saber que todos queremos alguém ao seu lado, uma testemunha de nós. Mas se não somos perfeitos não teremos alguém perfeito. Torna-se agora claro: tenho sempre o direito a sonhar com isso e a lutar por isso. Antes matar um amor de exaustão que deixá-lo morrer devagar."
Julgo saber que todos queremos alguém ao seu lado, uma testemunha de nós. Mas se não somos perfeitos não teremos alguém perfeito. Torna-se agora claro: tenho sempre o direito a sonhar com isso e a lutar por isso. Antes matar um amor de exaustão que deixá-lo morrer devagar."
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