Era uma vez…
Num tempo distante, um estranho mundo feito de sonhos e pesadelos, onde o céu é roxo e onde a água é sempre quente e com sabor a enxofre. Prapodez é o nome deste mundo.
Prapodez é habitado por Mohnes e Lhuremes, seres mutuamente dependentes, alternando permanente entre conflito e equilíbrio. Em Prapodez reina uma paz podre.
O Mohme é um monstro noctívago, comedor de ranho e desperdício, que durante a noite vasculha o lixo em busca de fraldas sujas e trapos encardidos. A Lhurem é um pequeno ser frenético e ingénuo, que se alimenta das flores Xaipão e da luz do sol.
As flores Xaipão são as únicas toleradas pelo delicado estômago das Lhuremes, e estas flores tão especiais precisam de um adubo muito peculiar, que provém dos dejectos dos Mohnes.
Estes seres vivem um equilíbrio frouxo, em constante medição de forças; cada um alimenta o mundo do outro. Esta falsa harmonia está prestes a ser abalada, por um uivo que vem das nuvens, por um odor a leite azedo, uma praga que se ouve no ar.
Será possível superar a rivalidade e a linha temporal que separa dois mundos dentro do mesmo mundo? Será possível um Mohme e uma Lhurem se unirem pelo mesmo objectivo: a salvação de Prapodez?
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
sábado, 20 de dezembro de 2008
Retorno à vida.
De muita coisa se poderia falar: da paixão obssessiva, do amor incondicional, do ciúme cego, do carinho violento, do mau amor, da dor de amar, da crueldade presente nos beijos e nas palavras de quem ama, ou diz que ama, ou até mesmo da incapacidade inerente ao ser-humano de ser fiel, respeitador, altruísta e compreensivo...
De tudo, então! Que importância têm as palavras, se os gestos se mascaram de múltiplas duplicidades, mentiras e incoerências? Que importância têm os gestos, quando no fundo as palavras ganham a força de toques violentos, marcando a face de quem as recebe?
Crente, continuamente o confirmo, que somos seres direccionados para as relações, para o companheirismo, para a amizade e para o amor, afastando-nos continuamente da solidão. No entanto, acontece, amiúde, sermos confrontados com verdades e factos que nos fazem caminhar por dentro, em busca de erros que possamos ter cometido, palavras e/ou gestos repetidos que nos possam fazer passar por verdades e factos semelhantes! Não, até agora não! Mas na verdade, enquanto nos orgulhamos de nós próprios, por estarmos até aqui imunes ao insucesso, damos maior atenção aos pormenores que eventualmente possam querer indiciar algum sintoma de erro. Será possível que os outros queiram que vivamos a vida deles e nos castiguem por não conseguirmos ou querermos? Não só castigam como nos baixam ao limite do chão, fazendo-nos crer que não merecemos preencher o espaço que preenchemos. Viva o acto da libertação, um viva àquilo que mesmo depois de tudo será encarado como ingratitude!
É um mero retorno à vida!
Sei que estou em falta com o tema semanal! Espero não tardar muito. Já agora, o teu está muito fixe, uma vez mais! Beijinhos, *j*t*
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Tema Semanal: Obra literária
O tema semanal que proponho é a criação de um pequeno resumo de uma obra literária própria.
O tema da obra é à escolha, tal como as personagens e o estilo: comédia, romance, policial :)
Terá de ser um pequeno resumo, em discurso directo ou indirecto, tanto faz! O desafio é imaginar uma história que poderia ser desenvolvida num livro. Não vou dar mais pistas para não comprometer a criatividade!
Agora é por o tico e o teco a trabalhar...
O tema da obra é à escolha, tal como as personagens e o estilo: comédia, romance, policial :)
Terá de ser um pequeno resumo, em discurso directo ou indirecto, tanto faz! O desafio é imaginar uma história que poderia ser desenvolvida num livro. Não vou dar mais pistas para não comprometer a criatividade!
Agora é por o tico e o teco a trabalhar...
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Terapia do Amor, por Novembro
Este tema é um paradoxo: ao mesmo tempo que é bastante complexo, todos experienciamos o amor por alguém, ou pelo menos o afecto. Então toca lá de fingir certezas (quando a imprevisibilidade é uma característica inerente à natureza do amor).
O que é o amor? Segundo a Wikipédia, amor é “Vínculo emocional com quem seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação”. Ou seja, a primeira condição é a de que haja uma forte ligação a alguém; uma segunda condição é a troca, essa pessoa deve ser capaz de nos amar de volta motivando-nos para manter essa relação; a terceira condição, é a de que o amor deve ter alguma duração no tempo. Concordo com estas ideias: uma relação pressupõe uma comunicação bilateral e um interesse mútuo; não basta o sentimento…
O que é que ele nos deve dar? O amor deve dar-nos o que quer que nos falte. Segurança se nos sentirmos inseguros, estabilidade se nos sentirmos instáveis, dinamismo se nos sentirmos na rotina. Se bem que esta resposta podia dar-nos o que pensar: então se o que me faltar for dinheiro? É preciso especificar: o que quer que nos falte ao nível das emoções e relações.
Será que nos deve tirar alguma coisa? Deve tirar-nos os caprichos e ensinar-nos regras de boa convivência, e ensinar-nos a noção de espaço social e pessoal.
O que é que não pode ser amor? Não pode ser amor algo que nos magoe mais do que nos faz bem. Não pode ser amor alguém cometer crimes contra nós.
Será que o amor também nos pode magoar? Acho que as nossas expectativas e deslumbramentos desfasados em relação ao amor nos podem magoar. Nós somos pessimistas, falíveis e imperfeitos, nada é isento de alguma insatisfação.
Quando saber o que é o amor? Quando o lado da balança que pesa mais é: as coisas que gostamos de fazer com essa pessoa, as coisas em comum, os sentimentos e as reacções fisiológicas boas que essa pessoa provoca em nós, se nos torna uma pessoa melhor.
Esta é a pergunta mais difícil de responder. A resposta está dentro de nós, mas também está de fora, dentro do “outro”. Acho que não existe uma forma de ter a certeza absoluta de que é amor, e é nisso que reside a sua beleza.
O que é o amor? Segundo a Wikipédia, amor é “Vínculo emocional com quem seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação”. Ou seja, a primeira condição é a de que haja uma forte ligação a alguém; uma segunda condição é a troca, essa pessoa deve ser capaz de nos amar de volta motivando-nos para manter essa relação; a terceira condição, é a de que o amor deve ter alguma duração no tempo. Concordo com estas ideias: uma relação pressupõe uma comunicação bilateral e um interesse mútuo; não basta o sentimento…
O que é que ele nos deve dar? O amor deve dar-nos o que quer que nos falte. Segurança se nos sentirmos inseguros, estabilidade se nos sentirmos instáveis, dinamismo se nos sentirmos na rotina. Se bem que esta resposta podia dar-nos o que pensar: então se o que me faltar for dinheiro? É preciso especificar: o que quer que nos falte ao nível das emoções e relações.
Será que nos deve tirar alguma coisa? Deve tirar-nos os caprichos e ensinar-nos regras de boa convivência, e ensinar-nos a noção de espaço social e pessoal.
O que é que não pode ser amor? Não pode ser amor algo que nos magoe mais do que nos faz bem. Não pode ser amor alguém cometer crimes contra nós.
Será que o amor também nos pode magoar? Acho que as nossas expectativas e deslumbramentos desfasados em relação ao amor nos podem magoar. Nós somos pessimistas, falíveis e imperfeitos, nada é isento de alguma insatisfação.
Quando saber o que é o amor? Quando o lado da balança que pesa mais é: as coisas que gostamos de fazer com essa pessoa, as coisas em comum, os sentimentos e as reacções fisiológicas boas que essa pessoa provoca em nós, se nos torna uma pessoa melhor.
Esta é a pergunta mais difícil de responder. A resposta está dentro de nós, mas também está de fora, dentro do “outro”. Acho que não existe uma forma de ter a certeza absoluta de que é amor, e é nisso que reside a sua beleza.
sábado, 20 de setembro de 2008
Tema Semanal: Terapia do amor (1)
Fui eu quem propôs este tema e não sei como iniciá-lo! Com o passar do tempo, desde que o propus, ele vai-se tornando cada vez mais difícil de responder!
O amor é considerado um sentimento mas eu prefiro considerá-lo um modo de vida. Como é que um mero sentimento pode ter tanto que se lhe diga, pode ter tanta força, pode mudar tanta coisa e ter tantas teorias? É um modo de vida, é um modo de estar, de agir e reagir, de pensar, de nos mudarmos e mudarmos os outros (ou tentarmos)! Queria acreditar que de facto o amor é capaz de tudo, mas depois de ler o tal artigo que mencionei no lançamento deste Tema, pensei nesse assunto de outra forma! Será que aquilo que fazemos por amor é demais do que aquilo que devemos fazer? Será que perdoamos o que não devíamos porque podemos estar a criar um amor doente? Será que o amor que temos é saudável ou está ele camuflado de vícios, hábitos ou dependências? Muito já se falou do Amor e quase sempre há uma linha condutora que nos direcciona para a calma, para a razão e para a compreensão... Por algum motivo será! E não é à toa que nos surgem amiúde artigos como este! Falo de um artigo que aconselha à ajuda profissional para nos livrarmos da falta de amor, que fala das mulheres mal-amadas, em que quase nos sugerem a tirar um Curso Superior das Tecnologias Aplicadas e Relações Humanas cujo Fundamento é o Amor! O amor deve dar-nos exactamente aquilo que precisamos para nos sentirmos bem, mas e se já esse aparente bem-estar é ele criado e adaptado, ou seja, não estaremos nós adaptados a uma situação por habituação?
O amor, esse tal modo de vida de que falo, completa-nos de uma forma como qualquer outra coisa não consegue, julgo eu! Nem o dinheiro, nem o trabalho, nem os amigos (cujo amor é diferente, entenda-se), nem a família, nem os hobbies! Precisamos de nos sentir amados por alguém, um único alguém, que de facto nos queira, claro! Que nos quer, nos espera, nos compreende e nos admira! "Podemos sentir-nos sozinhos mesmo quando rodeados de gente, simplesmente pelo simples facto de não sermos os únicos de ninguém!" O amor, no fim de contas, é uma certa forma de dependência, apesar de, até certo ponto, ser uma dependência positiva! É claro que tudo isto tem contrapartidas, pois nada na vida é simples e linear, depende muito do ponto de vista do utilizador! Não será que com o tempo deixamos de ser nós próprios para nos transformarmos num personagem, apessoado, fruto de cedências que possivelmente não deveriam existir? Se calhar devíamos todos tirar um curso na Arte do Amor (e não de Amar) antes mesmo de entrar para o 1º ciclo da vida académica! É que ando mesmo a ter dificuldades em responder a determinadas questões! Será que os meros esquecimentos não se revestem de falta de respeito? Será que a distracção não se camufla de indiferença? Ando mais atenta do que nunca, diria mesmo chata até! Ando inclusivamente de mau humor! Acho que vou mesmo acusar a revista Saber Viver de qualquer coisa, tipo atentado à minha saúde mental e ainda pedir uma indemnização pelas dores de estômago!
Novembro, espero que tenha sido mais fácil para ti, já que tu não leste o que eu li! lol *j*t*
sábado, 13 de setembro de 2008
Tema Semanal: A Terapia do Amor
Sabendo à priori que este blog não tem qualquer impacto a não ser em nós as duas, decidi colocar este título ao Tema Semanal extraído ele próprio da revista que costumo comprar mensalmente, Saber Viver. Esta semana estava um pouco baralhada acerca do tema a propôr, até porque tenho andado um pouco ocupada durante os dias da semana, não me libertando para outros pensamentos a não ser os puramente profissionais! Assim, ao folhear esta revista, deparei-me com um artigo de acordo com o título a que se propõe e decidi lançá-lo! O que talvez agora mais diícil seja explicá-lo! Muito bem, o que quero é: O que é o amor, o que é que ele nos deve dar, será que nos deve tirar alguma coisa, quando saber se é amor, o que é que não pode ser amor, será que o amor também pode magoar, ... enfim, será uma divagação sobre o amor! Até porque o artigo que mencionei usa a palavra "terapia" no sentido de "cura".
Alguma dúvida, querida Novembro, já sabes onde me encontrar! Beijos! *j*t*
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Resolver um problema é (resposta ao tema da semana)
1. Acalmar a raiva que sinto na maioria das vezes… Detesto ser acusada injustamente, detesto ter a certeza das coisas e ser contestada.
2. Tentar ser assertiva: descrever com rigor o problema; exprimir o que sinto; ser específica, não trazer aspectos irrelevantes para o problema em questão; trocar comunicação sobre soluções. Esta estratégia faz-nos sentir um pouco cínicos, por vezes. Fui aprendendo sobre assertividade no voluntariado, na faculdade, no curso de formação de formadores, e a sério que tenho tentado pôr em prática. Para mim, o principal contributo foi perceber que tentar resolver um problema não é de todo parecido com ter razão; por exemplo, não vale a pena mandar bocas sobre o que já lá vai.
3. Fazer um esforço para ter paciência para explicar o que me parece claro. Muitas vezes não tenho pachorra para continuar disputas em que sinto que estou a falar com uma pessoa deficiente.
4. Avaliar constantemente quem está a minha frente. Não é o mesmo discutir com o meu patrão, com o meu pai, com uma amiga, ou com o meu namorado. A linguagem é diferente, as implicações são diferentes.
5. Muitas vezes ficar magoada, mesmo que não o assuma, muitas das vezes sem ter razão para isso, e pôr em causa a relação com a pessoa…
6. Estragar o meu dia. Pois é, grande defeito mas é verdade, detesto zangar-me, mesmo que me digam que tenho razão. Não era impensável zangar-me no autocarro e andar rabugenta o dia inteiro.
7. Ter comportamentos compulsivos, como arrumar freneticamente a secretária, fazer listas para todas as tarefas e não começar nenhuma.
8. Resolver um problema também pode ser… jogar no sudoku? Fazer os trabalhos de casa com o meu irmão? Isso já é giro, pôr os neurónios a dialogar, para variar.
9. Despejar nas pessoas que me estão mais próximas :(
10. Pegar nas conclusões/solução e tentar aplicar á realidade. Tentar aprender com o problema.
2. Tentar ser assertiva: descrever com rigor o problema; exprimir o que sinto; ser específica, não trazer aspectos irrelevantes para o problema em questão; trocar comunicação sobre soluções. Esta estratégia faz-nos sentir um pouco cínicos, por vezes. Fui aprendendo sobre assertividade no voluntariado, na faculdade, no curso de formação de formadores, e a sério que tenho tentado pôr em prática. Para mim, o principal contributo foi perceber que tentar resolver um problema não é de todo parecido com ter razão; por exemplo, não vale a pena mandar bocas sobre o que já lá vai.
3. Fazer um esforço para ter paciência para explicar o que me parece claro. Muitas vezes não tenho pachorra para continuar disputas em que sinto que estou a falar com uma pessoa deficiente.
4. Avaliar constantemente quem está a minha frente. Não é o mesmo discutir com o meu patrão, com o meu pai, com uma amiga, ou com o meu namorado. A linguagem é diferente, as implicações são diferentes.
5. Muitas vezes ficar magoada, mesmo que não o assuma, muitas das vezes sem ter razão para isso, e pôr em causa a relação com a pessoa…
6. Estragar o meu dia. Pois é, grande defeito mas é verdade, detesto zangar-me, mesmo que me digam que tenho razão. Não era impensável zangar-me no autocarro e andar rabugenta o dia inteiro.
7. Ter comportamentos compulsivos, como arrumar freneticamente a secretária, fazer listas para todas as tarefas e não começar nenhuma.
8. Resolver um problema também pode ser… jogar no sudoku? Fazer os trabalhos de casa com o meu irmão? Isso já é giro, pôr os neurónios a dialogar, para variar.
9. Despejar nas pessoas que me estão mais próximas :(
10. Pegar nas conclusões/solução e tentar aplicar á realidade. Tentar aprender com o problema.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Podia ser o Tema da Semana, mas não é...
Não é, porque não é; podia ser, porque podia, ja vais perceber porquê! Querida Novembro, desde a ultima conversa que tivemos, com lanche incluido, que ando a pensar e a observar algumas coisas, que mais tarde podemos falar sobre elas... Neste momento quero só partilhar contigo e com todos aqueles que aqui venham calhar por engano (de outra forma não seria possível), a minha serena revolta e afirmação tranquila com os outros! Esses "cabgões"! De forma rápida e sucinta:
Porque é que as pessoas são tão más umas para as outras? Porque é que dizem coisas que não sentem? Porque é que com isso fazem os outros pensar coisas que não são a realidade? Porque é que mostram raiva em vez de preocupação? Porque é que não perguntam e ficam caladas quando querem perguntar? Porque é que "guardam o amor para dentro" em vez de o dar quando foi para isso que ele foi criado? Porque é que uns são obrigados a tanto e outros a tão pouco? Porque é que uns ouvem tanto e outros tão pouco? Porque é que uns são tão bons e outros tão "poucochinho"? Porque é que as pessoas são tão pouco coerentes? Porque é que tudo muda quando mudam o contexto e as circunstâncias? Porque é que as pessoas são tão difíceis?
Para pensar, observar, aprender e crescer...*j*t*
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Cara Chazinha, ainda não consegui postar a minha resposta, mas não vai tardar! Hoje estava limpar a caixa de e-mails quando vi um link que me mandaste, no site da sic mulher (http://mulher.sapo.pt/saberviver/artigos/quizzes/818341.html
Olha o resultado que eu obtive:
Pontuação: 50 Pontos
O stress transformou-se na sua sua sombra. Não se afasta de si nem de dia nem de noite, o que é prejudicial para os seus nervos, para a sua qualidade de vida e até para a sua saúde. Devia pensar seriamente em reorganizar a sua vida e as suas prioridades, caso contrário poderá ter graves problemas a curto prazo. Está na altura de perceber que não é imprescindível e que o mundo vai continuar a girar, mesmo que pare para descansar um pouco
Tou tramada...
Olha o resultado que eu obtive:
Pontuação: 50 Pontos
O stress transformou-se na sua sua sombra. Não se afasta de si nem de dia nem de noite, o que é prejudicial para os seus nervos, para a sua qualidade de vida e até para a sua saúde. Devia pensar seriamente em reorganizar a sua vida e as suas prioridades, caso contrário poderá ter graves problemas a curto prazo. Está na altura de perceber que não é imprescindível e que o mundo vai continuar a girar, mesmo que pare para descansar um pouco
Tou tramada...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Tema da Semana: Resolver um problema é...
...responder aos teus temas semanais!;)) Estou a brincar! Tal como já te disse, gostei deste tema semanal, como aliás gosto sempre de todos os temas! Este foi só mais um que deu que pensar, mas acho que isso é bom! Aqui vai:
Resolver um problema é...
1) crescer, psicologica e emocionalmente!
2) tirar um peso de cima, já que para mim ter um problema criado é um problema!
3) sair de mim, pôr-me no lugar do outro! O problema que me surge mais frequentemente é a nível pessoal. Este era um ponto que querias que focasse, portanto acho importante frisar qual o problema que mais dores de cabeça me dá! Não são os problemas de dinheiro, nem os de saúde (mais ou menos), nem os profissinais (mais ou menos), são mesmo os que surgem na relação com os outros! Quererá isso dizer que sou conflituosa? Epa, espero que não! Será que sou exigente? Talvez um bocadinho... Tenho problemas com a minha mãe, com o meu pai, com a minha irmã, com o meu amor... Com os meus amigos, raramente, ainda bem! Não que de vez em quando não me ocupem o pensamento no sentido de resolver um problema, meu ou deles, mas nunca por piores motivos!
4) saber aceitar as diferenças, quer a nivel pessoal, social e/ou profissional!
5) o meu dia-a-dia! Todos os dias me deparo com problemas: ou é o gás que acaba, ou é a água que teima em não sair das torneira, ou é o leite que acaba quando já estou super atrasada! Bem e isto só de manhã! E eu tenho que resolvê-los a todos! Em menos de... 30m, claro está! Tudo o que passar para além desse tempo compromete toda e qualquer tentativa de chegar a horas ao trabalho!
6) como disse no ponto anterior, chegar a horas ao trabalho! Este é um grande problema que tenho vindo a tentar resolver... Só tenho pena de achar que não estou a ser bem sucedida, é que ando há cerca de 3 anos a tentar resolvê-lo, mas hei-de conseguir!
7) ...ceder! E acho que talvez isto seja o mais difícil para mim! Bem, não é que ceder seja difícil, porque não é, neste aspecto até tenho bom feitio! Mas às vezes é difícil ceder quando achamos que temos razão mas vemos o caso mal parado por uma parvoíce! Não sou orgulhosa a esse ponto!
8) conseguir engordar 4kg, sim, disse bem, uns meros 4kg, em, vá, pronto!, 2 meses!
9) agradar a toda a gente! Isso é que era!
10) aceitar a guerra, a fome, as armas nucleares, o aquecimento global, as doenças, o rancor, o orgulho, os interesses das pessoas feias, o Bush, o Paulo Portas, a Lili Caneças, o José Castelo Branco (epa, já é a segunda vez que este nome é mencionado neste blog, acho que já chega), a falta de respeito e compreender a Natureza, com os seus impulsos, devaneios e processos de destruição em massa!
Now it's my turn... that's a big problem! *j*t*
terça-feira, 22 de julho de 2008
Tema semanal: Resolução de Problemas
Após um tema semanal bastante original, a minha proposta é mais light! Mas também dará que pensar!!!
O tema semanal que proponho é um esquema básico de dez frases, que expliquem uma ideia sobre este assunto, completando a frase:
" Resolver um problema é..."
É importante mencionar no que pensamos quando temos de resolver um problema, o que sentimos como mais difícil, os problemas que nos surgem com mais frequência...
O tema semanal que proponho é um esquema básico de dez frases, que expliquem uma ideia sobre este assunto, completando a frase:
" Resolver um problema é..."
É importante mencionar no que pensamos quando temos de resolver um problema, o que sentimos como mais difícil, os problemas que nos surgem com mais frequência...
quarta-feira, 16 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Autofotopsicobiografia de Novembro
Antes de começar com este tema semanal, devo dizer que é realmente original. Como se costuma dizer, uma imagem vale mais que mil palavras. A fotografia certa mostra aquilo que não conseguimos exprimir por palavras. Não vou, portanto, fazer uma longa descrição das fotografias, vou apenas associar algumas pistas do que me fez escolher cada uma.



Música; Sonho; Melodia; Alma.

Corpo; Beleza; Sexo; Nú; União.

Sonho; Fantástico;
Feminino; Natureza.


Música; Sonho; Melodia; Alma.

Corpo; Beleza; Sexo; Nú; União.
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Tema da Semana: Auto-Foto-Psico-Grafia
Está chegada a minha vez de lançar o Tema da Semana. Após um longo e demorado período de ausência, devido a problemas declaradamente técnicos, quero repor a presença habitual neste querido blog e retomar os temas semanais que tanto me dão que pensar! O que é bom, claro!
Desta vez, querida Novembro, vou lançar algo diferente e que, deixa-me dizer-te já, não vai ser tema de discórdia porque não é o que se pretende. O tema desta semana é, tal como o próprio nome já indicou, fazer uma auto análise em... fotografias! Pretendo estados de espírito, características, paixões, ódios, sentimentos, objectos, ... Enfim, tudo aquilo que acharmos que nos identifica e nos faz sentir bem, ou seja, tudo aquilo que é o nosso mundo!
Depois dá-me a tua opinião! Beijinhos, *j*t*
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Tema semanal: punição e legitimidade
Querida amiga, lamento a minha demora, a qual tens acompanhado, eu sei, mas ainda assim devo lamentar ter-te feito esperar tanto pela minha resposta. Espero agora e nos próximos posts recuperar da minha ânsia de aqui escrever. Aqui vai:
1* É possível que algo ilegal seja moralmente correcto? É possível! Vou só dar um exemplo simples (e ainda bem que este site é confidencial), mas que ilustra e responde bem ao que é questionado! Ambas sabemos que fugir aos impostos é ilegal, certo? Mas quando sabemos que não vamos ser beneficiados mais tarde por isso, será que é moralmente correcto continuar a contribuir, de forma insistente, para um fim incerto? Contribuir com o ordenado, com as calças que compramos ontem, com o bilhete do parque de estacionamento ou com umas meras pastilhas elásticas que acabam a rodar dentro da mala porque já estão peganhentas do calor? Em todo o lado estamos a pagar impostos que vão para um Estado Providência, supostamente capaz de te prestar acesso à saúde (1), à educação (2), à justiça (3), à qualidade de vida (4), ao lazer (5), etc, etc. Para não falar das creches pagas a preço de ouro, numa altura de incentivo psicológico à natalidade, e a nossa bendita e longínqua reforma que quando lá chegarmos dará para comprar um quilo de pastilhas! Epa, pensando bem até é capaz de dar para alguma coisa... É que descobri no outro dia que um Kilo que pastilhas custa 38 €, ou seja, com a inflação e não sei quê mais uns 50 aninhos, no mínimo, é bem capaz da borracha mastigável chegar a uns bons 100€ a Kilograma! Eu sei que as coisas não são assim lineares, mas é uma forma simples, básica e rápida de responder a tua questão!
2* Será correcto que as pessoas sejam castigadas pelos seus semelhantes? e 3* O que é que se pretende com o castigo? Achei por bem responder a estas duas perguntas em simultâneo, já que uma vai eventualmente chegar à outra. Sim, é correcto. Antes de mais quero frisar bem que ninguém tem o direito de julgar o outro. Todos nós somos humanos (sim ok, alguns de nós não são, mas vamos generalizar, já que o Castelo Branco nem deveria aparecer no nosso blog!) e consequentemente erramos e magoamos. Contudo, ao sermos humanos, temos também a capacidade de pensar, prever e planear. É aqui que entra o castigo! É correcto castigar o outro quando o castigo tem o intuito de mostrar ao outro que magoou com determinada acção ou palavra e quando tem o intuito de tentar melhorar a outra pessoa, aquele que magoou! Quando falo castigo não pretendo falar de um castigo violento, que recorre à força e/ou discrepância de forma de resposta. Falo de bases iguais, não de um pai que castiga violentamente um filho. Falo do castigo que faz pensar, que é consciente e coerente.
Amiga, finalmente! Vou agora ler o teu post para ver se de facto é este o tema da discórdia! Eu não acredito e sabes que não gosto muito de surpresas, por isso vê lá o que fazes!
Besitos e hasta el proximo café brulôt! *j*t*
(1) Por 2,5 a consulta.
(2) Por livros de preço variável e Ensino superior a 600 Euros anuais.
(3) Preços não disponíveis.
(4) e (5) Por portagens com preços desde 0,80€ e scuts que se pagam.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Eu reabilito, logo sou justo.
"É possível que algo ilegal seja moralmente correcto? Será correcto que as pessoas sejam castigadas pelos seus semelhantes? O que é que se pretende com o castigo?"
O que se pretende com o castigo é teoricamente a reabilitação da pessoa que se desviou do caminho delimitado por todos os outros. Aqui funcionam os mecanismos de defesa do EGO, em que racionalizamos as reais razões das nossas atitudes e comportamentos de forma a não nos sentirmos culpados e de os conseguirmos justificar perante nós próprios. Temos de punir quem ameaça a ordem que estabelecemos como “natural”, e para tal encontramos a desculpa bem-sonante a que chamamos reabilitação. Como se reabilita um pedófilo, um assassino, um violador? Será o afastamento da sociedade e a limitação da liberdade um instrumento de reinserção ou meramente uma arma de punição que nos permite prosseguir a fachada de sociedade democrática e inclusiva?
A minha visão pessimista do sistema judicial não implica necessariamente que discorde dos métodos que utiliza. Até certo ponto, ainda não decidi se concordo com a pena de morte, o que acaba por ser contraditório pois concordo com a possibilidade da mulher interromper a sua gravidez.
E no plano social e das relações humanas? Pais e professores têm o direito de castigar crianças como método educativo? Como diz uma pessoa que conheço: “Sejas mau ou sejas bom, o que interessa é que sejas coerente, sempre mau ou sempre bom”. Para crescer e nos sentirmos seguros, para sentirmos que pertencemos a algo, precisamos de regras, e o castigo acaba por ter a função de nos mostrar o valor dessas mesmas regras.
Existe um dilema bastante conhecido quando se tenta explicar a diferença entre a legalidade e a moralidade, que é mais ou menos assim: se para a pessoa que mais amas no mundo sobreviver a uma doença terminal tivesses que roubar uma farmácia onde se vende em exclusivo o único medicamento existente, o que farias? Para avaliar a moralidade de uma pessoa são dados várias respostas, correspondentes a vários níveis de moralidade. A minha resposta era: roubava o que fosse preciso.
O que se pretende com o castigo é teoricamente a reabilitação da pessoa que se desviou do caminho delimitado por todos os outros. Aqui funcionam os mecanismos de defesa do EGO, em que racionalizamos as reais razões das nossas atitudes e comportamentos de forma a não nos sentirmos culpados e de os conseguirmos justificar perante nós próprios. Temos de punir quem ameaça a ordem que estabelecemos como “natural”, e para tal encontramos a desculpa bem-sonante a que chamamos reabilitação. Como se reabilita um pedófilo, um assassino, um violador? Será o afastamento da sociedade e a limitação da liberdade um instrumento de reinserção ou meramente uma arma de punição que nos permite prosseguir a fachada de sociedade democrática e inclusiva?
A minha visão pessimista do sistema judicial não implica necessariamente que discorde dos métodos que utiliza. Até certo ponto, ainda não decidi se concordo com a pena de morte, o que acaba por ser contraditório pois concordo com a possibilidade da mulher interromper a sua gravidez.
E no plano social e das relações humanas? Pais e professores têm o direito de castigar crianças como método educativo? Como diz uma pessoa que conheço: “Sejas mau ou sejas bom, o que interessa é que sejas coerente, sempre mau ou sempre bom”. Para crescer e nos sentirmos seguros, para sentirmos que pertencemos a algo, precisamos de regras, e o castigo acaba por ter a função de nos mostrar o valor dessas mesmas regras.
Existe um dilema bastante conhecido quando se tenta explicar a diferença entre a legalidade e a moralidade, que é mais ou menos assim: se para a pessoa que mais amas no mundo sobreviver a uma doença terminal tivesses que roubar uma farmácia onde se vende em exclusivo o único medicamento existente, o que farias? Para avaliar a moralidade de uma pessoa são dados várias respostas, correspondentes a vários níveis de moralidade. A minha resposta era: roubava o que fosse preciso.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Punição e Legitimidade
Após uma pausa indecorosa de várias semanas, finalmente deixo aqui o tema semanal. Estas perguntas foram retiradas do livro "O que farias se tivesses um pincel mágico que desse vida a tudo o que pintasses... e outras perguntas divertidas". Será este o tema da discórdia que acabará com a monotonia das ideias convergentes? Aqui vai:
"É possível que algo ilegal seja moralmente correcto? Será correcto que as pessoas sejam castigadas pelos seus semelhantes? O que é que se pretende com o castigo?"
Querida chazinha, até ao próximo post.
"É possível que algo ilegal seja moralmente correcto? Será correcto que as pessoas sejam castigadas pelos seus semelhantes? O que é que se pretende com o castigo?"
Querida chazinha, até ao próximo post.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Busca por um tema
Na minha busca por perguntas difíceis, encontrei este post noutro blog que achei bastante interessante e que gostava de partilhar:
"1) Se você conhecesse uma mulher grávida, que játivesse 8 filhos. Dois dos quais surdos, os outros dois cegos e um retardado,e ela tivesse sífilis, você recomendaria que ela fizesse um aborto?
2) Está na hora de eleger um novo líder mundial, evocê tem direito a voto. Aqui estão algumas informações sobre os trêscandidatos:
Candidato A- Está associado à políticos corruptos, e consulta astrólogos. Játeve duas amantes. Fuma como uma chaminé e bebe de 8 a 10 martinis por dia.
Candidato B- Já foi despedido de dois empregos, costuma dormir até omeio-dia, usava ópio na universidade e bebe um quarto de uma garrafa dewhisky todas as noites.
Candidato C- Ele é um herói de guerra ! Condecorado. É vegetariano, não fuma,bebe uma cerveja ocasionalmente e nunca teve nenhuma relação extra conjugal.
Qual destes candidatos você escolheria?
Qual é sua resposta?
Pensou bem?
Candidato A é: Franklin D. Roosevelt.
Candidato B é: Winston Churchill.
Candidato C é: Adolph Hitler.
Ah! E a resposta para a pergunta do aborto: se você disse sim, acabou dematar Beethoven!", retirado de http://anti-sociais.info
"1) Se você conhecesse uma mulher grávida, que játivesse 8 filhos. Dois dos quais surdos, os outros dois cegos e um retardado,e ela tivesse sífilis, você recomendaria que ela fizesse um aborto?
2) Está na hora de eleger um novo líder mundial, evocê tem direito a voto. Aqui estão algumas informações sobre os trêscandidatos:
Candidato A- Está associado à políticos corruptos, e consulta astrólogos. Játeve duas amantes. Fuma como uma chaminé e bebe de 8 a 10 martinis por dia.
Candidato B- Já foi despedido de dois empregos, costuma dormir até omeio-dia, usava ópio na universidade e bebe um quarto de uma garrafa dewhisky todas as noites.
Candidato C- Ele é um herói de guerra ! Condecorado. É vegetariano, não fuma,bebe uma cerveja ocasionalmente e nunca teve nenhuma relação extra conjugal.
Qual destes candidatos você escolheria?
Qual é sua resposta?
Pensou bem?
Candidato A é: Franklin D. Roosevelt.
Candidato B é: Winston Churchill.
Candidato C é: Adolph Hitler.
Ah! E a resposta para a pergunta do aborto: se você disse sim, acabou dematar Beethoven!", retirado de http://anti-sociais.info
Dinamização do Blog
Caríssimas!
Hoje reparei que desde que começamos a desenvolver um tema semanal que o número mensal de posts tem aumentado pelo menos o dobro, relativamente aos meses anteriores.
Acho que isto significa que até foi uma boa ideia, que devemos continuar a cultivar.
Mas também sinto que os temas semanais estão a absorver o nosso tempo, culpa dos compromissos laborais, eu sei. Vou fazer um esforço por não esquecer o "outro lado", tal como tu tens feito.
Até ao meu tema semanal!
Hoje reparei que desde que começamos a desenvolver um tema semanal que o número mensal de posts tem aumentado pelo menos o dobro, relativamente aos meses anteriores.
Acho que isto significa que até foi uma boa ideia, que devemos continuar a cultivar.
Mas também sinto que os temas semanais estão a absorver o nosso tempo, culpa dos compromissos laborais, eu sei. Vou fazer um esforço por não esquecer o "outro lado", tal como tu tens feito.
Até ao meu tema semanal!
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Tema da Semana: Questões para nos lixar! Ops...!
Devo confessar que quando lancei estas perguntas para Tema da Semana já sabia que, apesar de virem camufladas de perguntas banais, quando lidas pela segunda vez, se vão tornando mais difíceis de responder! Daí o desafio! Talvez não vá dar a nenhuma delas uma resposta conclusiva, final, directa e absoluta, mas vou com certeza pensar sobre elas! Aqui vão:
1) Por amor seria capaz de muita coisa, muita coisa mesmo! Sou-o todos os dias, 24/7! No entanto, mesmo no amor, teríamos que calcular os prós e contras! Mudar-me para um país distante, por amor e com amor, não me causaria qualquer transtorno! Eu própria pensei fazê-lo "sem amor", a não ser o "amor próprio", portanto... No entanto a pergunta termina com o "para sempre", que lixa qualquer tentativa de resposta politicamente correcta! Será que esse para sempre não era livre? Será que por razões de saúde não poderia voltar? Será que eu própria não poderia receber visitas dos meus familiares e amigos? Se a estas perguntas a resposta fosse não, seria obrigada a perguntar: então e o meu amor aos meus pais?; então e o meu amor ao meu sobrinho?; então e o meu amor à minha irmã e ao meu cunhado?; então e os meus amigos? Saberia eu de antemão que seria para sempre? Bem, sem o saber, mudar-me-ia, por amor, para um país distante (há sempre alguém que tem de ceder nestes casos, e porque não eu?). No entanto, sabendo que seria para sempre, de forma voluntária e consciente, acho que o faria também! Se fosse "para sempre", e estando consciente e livre, é porque apesar de sentir a falta, me sentia preenchida! O amor tem a capacidade de nos fazer sentir preenchidos e satisfeitos e a verdade é que toda a gente se sente sozinha só por não ser a única de alguém e, neste aspecto, acredito que o amor é capaz de colmatar muitas necessidades e problemas!
2) Apesar de passar 8h a trabalhar e só ter 3/4h por dia de vida pessoal, acho que preferia ter uma vida pessoal com mais sucesso do que a vida profissional! Ter uma casa, saúde, amor, amigos, é muito mais estimulante do que ter um patrão que gosta de nós, do nosso trabalho! Até porque se formos bons profissionais, mas ninguém o reconhecer (acontece tantas vezes), nós sabemo-lo e somos, com certeza, melhores pessoas a nível pessoal! É bom que fique clara uma coisa, não estaria disposta a trabalhar como varredora de lixo, separadora de lixo reciclável ou cozinheira no MacDonald's! Que me perdoem estes profissionais, mas com empregos destes não se pode ser feliz nas 3/4h que restam do nosso dia, caramba!
3) Epa, não sei! Na semana passada estive com amigdalite, dois dias fechada em casa, mais dois dias esta semana e já me estava a passar! No entanto, como dizia Fernando Pessoa: "primeiro estranha-se, depois entranha-se"! E vemos agora que a Coca-Cola é a bebida mais conhecida do Mundo! Portanto, com abrigo e comida providenciados, talvez a coisa até se passasse! Bem, vinha de lá com um bronze... e talvez até atlética (não haveria ursos, nem cobras, nem aranhas, pois não?).
4) Esta pergunta é um bocado estupida, não é? Perguntando que outra forma, querias ser mais feia e mais burra que o teu namorado? Para quê? Para ele ao fim de um mês perceber que és burra que nem uma porta, cheiras mal que nem um texugo (os texugos cheiram mal, não cheiram?) e que és feia que nem um caniche? Não me parece nada bem! A inteligência é relativa, mas em relação à beleza, acho que temos tendência para ficar orgulhosos do outro, por ele ser bonito, inteligente, atlético, sei lá! O ciúme existe quase sempre que existe amor, portanto seja o outro atraente ou não, nunca devemos tomá-lo como certo e devemos ter ciúmes por saber e ver que o outro "atrai" olhares e/ou atenção de alguma forma! Não gostaria que ele fosse mais bonito que eu, nem eu mais bonita que ele. Gostaria que tudo fosse harmonioso! Quantas vezes não viste já um casal em que um é mais feio que o outro e nenhum dos dois é bonito? Há sempre alguém para qualquer pessoa!
5) Sinceramente não sei se seria boa ideia! Mas ao mesmo tempo não vejo qual seria o problema... eu, pessoalmente, falo abertamente com os meus amigos, por isso não teria qualquer problema em falar-lhe sobre a "verdade das coisas". Ao fim de tantos anos de convivência, conversas e descobertas juntos, acho que não haveria nada que não pudesse ser dito. Apesar disto, e como li esta semana numa revista: "a verdade transforma as palavras em facas". Algum de nós poderia estar mais vulnerável e poderíamos ferir-nos uns aos outros, com verdades que não são assim tão importantes, pois, no fundo, cada ser é como é e existem certas características que não são impediditivas de uma boa relação de amizade!
6) Acho que de todas esta é a mais difícil... Não há nada que não precise de tempo, de paz (interior) e segurança para crescer! Como tal, a vida, para decorrer, também precisaria disso! Até porque um "quê" de previsibilidade nunca fez mal a ninguém, pois é daí que nasce a confiança e a cumplicidade que nos liga uns aos outros! Porém, às vezes é preciso que venha um pouco de vento para fazer transportar de uma planta para a outra as sementes próprias para a fecundar ou um passarinho maroto que, de forma imprevisível, faça esse papel! Como acho que ambas as opções têm coisas boas, faço assim: junto tudo e começa assim a pergunta: Gostaria de ter uma vida louca... (...) ... nem flutuações da sorte? Sim! *j*t*
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Seis perguntas. Seis dilemas. Seis... respostas?
Aqui está a resposta ao tema proposto pela chazinha! Desta vez sem atrasos significativos. Devo admitir que são perguntas complicadas. Quando tiveres uma varinha de condão e eu acredite que seja mesmo possível escolher entre os dilemas expostos, talvez as minhas respostas sejam completamente diferentes.
1*) Por amor serias capaz de mudar-te para um país distante, deixar a família e os amigos... para sempre?
Não sei responder a esta pergunta... Sabemos que em princípio vamos ter de criar a nossa própria família e nos desvincular um pouco daquela em que nascemos. Mas apesar disso, nenhum amor surge com garantia. Acho que sou muito ligada aos espaços e às coisas, e que não conseguiria cortar o cordão umbilical. Mas quem sabe, às vezes surpreendemo-nos com nós próprios.
2*) Se tivesses de optar, preferias ter sucesso profissionalmente e uma vida pessoal pouco estimulante ou vice-versa?
Vida pessoal estimulante, isto sem dúvida. Apesar de viver muito o meu trabalho, acho que a vida pessoal é aquilo que nos define, quando pensamos nos marcos da nossa vida são os aspectos pessoais que nos identificam em primeiro lugar. Se calhar se a minha vida profissional não fosse tão exigente, teria mais tempo para cuidar de mim, dos meus amigos e familiares, e de fazer outras coisas que gosto.
Humm…. Mas espera lá, se a pergunta é em relação a dinheiro, temos que rever esta resposta! É que sem um salário como deve ser a vida pessoal não pode ser estimulante para sempre, comer açorda todos os dias dentro de uma barraca, com um homem malcheiroso e putos cheios de piolhos…. Humm… Dá que pensar!
3*) Aceitarias passar um mês num paraíso natural (com abrigo e comida, mas não verias absolutamente ninguém)?
Um mês? Acho que não de que serve ver as estrelas, tomas banho no mar, comer comidas exóticas, e não ter ninguém com quem partilhar? Somos animais sociais acima de tudo; não acho que enlouqueceria, mas ia ser muito difícil usufruir desse paraíso natural.
4*) Gostarias que o teu namorado/cônjuge fosse mais inteligente e atraente do que tu?
A minha primeira resposta foi de imediato “não”! Mas pensando bem, pessoalmente é uma coisa em que penso. Com isto não quero dizer que o meu “bikemen” não seja inteligente e atraente: acho que estamos os dois no mesmo patamar.
Se apesar de ser inteligente e atraente continuasse comigo, então porque não aproveitar essa dádiva de Deus, tornar-me eu própria mais culta e usufruir de uns abdominaizinhos todos definidinhos? Ai ai…
5*) Se os teus amigos estivessem dispostos a dizer-te, directa e honestamente, o que realmente pensam de ti, querias que o fizessem?
Sem a menor dúvida que sim. Mesmo que isso me perturbe, sempre preferi saber, às vezes chego a ser chata e insistente. Eu sei que muitas vezes acaba por nos influenciar, mas sem dúvida que queria saber. Aliás, quero. Ser calhar o meu próximo tema é “ Composição sobre as colegas do blog: características, qualidades e defeitos”.
6*) O que preferias: uma vida louca e turbulenta, cheia de alegria, tristeza, paixão e aventura ou uma vida feliz, segura e previsível, sem grandes emoções nem flutuações da sorte?
Acho que esta pergunta tem muito a ver com a número dois. É uma pergunta muito difícil, sem uma resposta curta, definitiva e objectiva. Eu quero uma vida louca, cheia de alegria, paixão, feliz e mas segura.
Eu sei que a segurança muitas vezes causa em nós uma sensação de deja vu, de que já conhecemos a nossa rotina, mas também é importante para mim ter alguma segurança para conseguir gozar alguma loucura dos dias.
Mas quero muita paixão e momentos felizes, o sal da vida… Para quê viver sem anos cem anos de peixe cozido se podemos viver noventa anos de lasanha?
Agora sou eu, não é? Já tenho os neurónios a trabalhar!
1*) Por amor serias capaz de mudar-te para um país distante, deixar a família e os amigos... para sempre?
Não sei responder a esta pergunta... Sabemos que em princípio vamos ter de criar a nossa própria família e nos desvincular um pouco daquela em que nascemos. Mas apesar disso, nenhum amor surge com garantia. Acho que sou muito ligada aos espaços e às coisas, e que não conseguiria cortar o cordão umbilical. Mas quem sabe, às vezes surpreendemo-nos com nós próprios.
2*) Se tivesses de optar, preferias ter sucesso profissionalmente e uma vida pessoal pouco estimulante ou vice-versa?
Vida pessoal estimulante, isto sem dúvida. Apesar de viver muito o meu trabalho, acho que a vida pessoal é aquilo que nos define, quando pensamos nos marcos da nossa vida são os aspectos pessoais que nos identificam em primeiro lugar. Se calhar se a minha vida profissional não fosse tão exigente, teria mais tempo para cuidar de mim, dos meus amigos e familiares, e de fazer outras coisas que gosto.
Humm…. Mas espera lá, se a pergunta é em relação a dinheiro, temos que rever esta resposta! É que sem um salário como deve ser a vida pessoal não pode ser estimulante para sempre, comer açorda todos os dias dentro de uma barraca, com um homem malcheiroso e putos cheios de piolhos…. Humm… Dá que pensar!
3*) Aceitarias passar um mês num paraíso natural (com abrigo e comida, mas não verias absolutamente ninguém)?
Um mês? Acho que não de que serve ver as estrelas, tomas banho no mar, comer comidas exóticas, e não ter ninguém com quem partilhar? Somos animais sociais acima de tudo; não acho que enlouqueceria, mas ia ser muito difícil usufruir desse paraíso natural.
4*) Gostarias que o teu namorado/cônjuge fosse mais inteligente e atraente do que tu?
A minha primeira resposta foi de imediato “não”! Mas pensando bem, pessoalmente é uma coisa em que penso. Com isto não quero dizer que o meu “bikemen” não seja inteligente e atraente: acho que estamos os dois no mesmo patamar.
Se apesar de ser inteligente e atraente continuasse comigo, então porque não aproveitar essa dádiva de Deus, tornar-me eu própria mais culta e usufruir de uns abdominaizinhos todos definidinhos? Ai ai…
5*) Se os teus amigos estivessem dispostos a dizer-te, directa e honestamente, o que realmente pensam de ti, querias que o fizessem?
Sem a menor dúvida que sim. Mesmo que isso me perturbe, sempre preferi saber, às vezes chego a ser chata e insistente. Eu sei que muitas vezes acaba por nos influenciar, mas sem dúvida que queria saber. Aliás, quero. Ser calhar o meu próximo tema é “ Composição sobre as colegas do blog: características, qualidades e defeitos”.
6*) O que preferias: uma vida louca e turbulenta, cheia de alegria, tristeza, paixão e aventura ou uma vida feliz, segura e previsível, sem grandes emoções nem flutuações da sorte?
Acho que esta pergunta tem muito a ver com a número dois. É uma pergunta muito difícil, sem uma resposta curta, definitiva e objectiva. Eu quero uma vida louca, cheia de alegria, paixão, feliz e mas segura.
Eu sei que a segurança muitas vezes causa em nós uma sensação de deja vu, de que já conhecemos a nossa rotina, mas também é importante para mim ter alguma segurança para conseguir gozar alguma loucura dos dias.
Mas quero muita paixão e momentos felizes, o sal da vida… Para quê viver sem anos cem anos de peixe cozido se podemos viver noventa anos de lasanha?
Agora sou eu, não é? Já tenho os neurónios a trabalhar!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Amigdalite pro-activa!
Querida Novembro, decidi expor publicamente algo que nunca antes se havia passado! Decidi aproveitar estes dois últimos dias de alerta laranja nacional (o segundo mais perigoso dos alertas coloridos nacionais), devido aos ventos e chuvas que se fizeram sentir, para ficar em casa com amigdalite! Achei que era uma boa altura para ficar em casa doente, até porque na rua não se andava lá muito bem! Aliás, levantar, tomar banho, vestir-me, sair de casa, molhar-me toda para tirar o carro da garagem, ir trabalhar toda encharcada, passar 8h sentada, voltar para casa, molhar-me toda para arrumar o carro na garagem e chegar a casa que nem um pinto (ou pinta, se preferires!), toda despenteada, não lembra a ninguém! E já que ia ficar em casa, decidi ter amigdalite (atenção, não foi o contrário que aconteceu, foi mesmo por esta ordem: decisão de ficar em casa e só depois ter amigdalite, claro!).
Um pouco aborrecida de não fazer nada, recebo uma msg da minha querida amiga Novembro, que sempre demonstrou um grande carinho para comigo, a solicitar-me que lhe limpasse o carro, que se encontra lesionado na minha garagem! E eu pensei, que bela ideia! E lá fui eu, de pano do pó, limpa vidros, aspirador e as minhas duas amígdalas, inchadíssimas e cheias de pus, a caminho da garagem! A certa altura já não me estava a sentir muito bem, mas decidi continuar, pois já não faltava assim tanto, e isto porquê? Porque tinha um vidro a menos para limpar o que, parecendo que não, facilitou muito mais a coisa! São 5 €, ok? (*)
..
(*) Qualquer semelhança com a realidade, é pura mentira!
Tema da Semana: Questões que dão que pensar!
E que dão eventualmente para responder, umas com mais facilidade que outras, mas que dão para responder! Não vou mentir e assumir que foram questões criadas por mim! Não que eu não fosse capaz, mas achei por bem dizer que as achei curiosas quando as li numa revista e decidi lançá-las para Tema da Semana! Aqui vão elas (sem prazo para resposta)!
1*) Por amor serias capaz de mudar-te para um país distante, deixar a família e os amigos... para sempre?
2*) Se tivesses de optar, preferias ter sucesso profissionalmente e uma vida pessoal pouco estimulante ou vice-versa?
3*) Aceitarias passar um mês num paraíso natural (com abrigo e comida, mas não verias absolutamente ninguém)?
4*) Gostarias que o teu namorado/conjuge fosse mais inteligente e atraente do que tu?
5*) Se os teus amigos estivessem dispostos a dizer-te, directa e honestamente, o que realmente pensam de ti, querias que o fizessem?
6*) O que preferias: uma vida louca e turbulenta, cheia de alegria, tristeza, paixão e aventura ou uma vida feliz, segura e previsível, sem grandes emoções nem flutuações da sorte?
Fonte: Saber Viver, junho 2007 ("O Livro das Perguntas", de Gregory Stock, Ed. Estrela Polar)
segunda-feira, 7 de abril de 2008
10 Coisas Mais Irritantes - Parte II
Olá caro cafezinho! Desculpa não te ter dado atenção por estes dias. Com o acordo da minha cara companheira chazinha, vou despachar de uma vez este tema infeliz que nasceu numa sexta-feira treze com certeza.
6º Irrita-me não ter confiança suficiente para seguir os meus instintos. Irrita-me ainda mais quando vejo que estava certa. Passo a explicar: sabem aquelas coisas/pessoas que nunca nos passarem bem na goela, mas nós até fazemos um esforço porque no fundo não existe nada de concreto para esse sentimento existir? E nós, pensamos "vê lá se te acalmas, nota bem que não se passa nada, dá um desconto que no fim vais ver que vale a pena". Notícias do fim: cheguei, e confirmei que tenho razão. A parte irritante é mesmo não ter sido fiel a isso desde o início.
7º Irrito-me quando me ofendem e não me consigo defender, mesmo sabendo que tenho razão, principalmente se de acordo com as circunstâncias a versão final não será aquela em que eu acredito.
8º Irrita-me viver num país onde se trabalha toda uma vida e no fim não se tem nada de concreto, a não ser prestações e dívidas de empréstimos. Irrita-me viver com a ameaça ou o risco do desemprego, onde as pessoas não investem nas pessoas.
9º Irritam-me características como a incoerência, a arrogância, a intromissão, o cinismo, os sentimentos de superiodade.
10º Por último, mas não menos importante, irrita-me pisar coco de cão, pagar de mais pelo que vale de menos, pessoas a cheirar mal ao meu lado, que me empurrem e não peçam desculpa, que não me digam o que estão a pensar se é sobre mim, que me digam que me conhecem quando não fazem a mínima.
Pronto, está com a J&T, aguardo instruções
6º Irrita-me não ter confiança suficiente para seguir os meus instintos. Irrita-me ainda mais quando vejo que estava certa. Passo a explicar: sabem aquelas coisas/pessoas que nunca nos passarem bem na goela, mas nós até fazemos um esforço porque no fundo não existe nada de concreto para esse sentimento existir? E nós, pensamos "vê lá se te acalmas, nota bem que não se passa nada, dá um desconto que no fim vais ver que vale a pena". Notícias do fim: cheguei, e confirmei que tenho razão. A parte irritante é mesmo não ter sido fiel a isso desde o início.
7º Irrito-me quando me ofendem e não me consigo defender, mesmo sabendo que tenho razão, principalmente se de acordo com as circunstâncias a versão final não será aquela em que eu acredito.
8º Irrita-me viver num país onde se trabalha toda uma vida e no fim não se tem nada de concreto, a não ser prestações e dívidas de empréstimos. Irrita-me viver com a ameaça ou o risco do desemprego, onde as pessoas não investem nas pessoas.
9º Irritam-me características como a incoerência, a arrogância, a intromissão, o cinismo, os sentimentos de superiodade.
10º Por último, mas não menos importante, irrita-me pisar coco de cão, pagar de mais pelo que vale de menos, pessoas a cheirar mal ao meu lado, que me empurrem e não peçam desculpa, que não me digam o que estão a pensar se é sobre mim, que me digam que me conhecem quando não fazem a mínima.
Pronto, está com a J&T, aguardo instruções
terça-feira, 1 de abril de 2008
Life revisited
As mulheres são seres múltiplos e emocionais. O que traz mais colorido à sua existência também as sobrecarrega. As mulheres fazem demais, sacrificam-se demais e sofrem demais; têm crises conjugais, crises existênciais, crises de identidade, crises de culpa e crises de nervos; são meninas, mulheres, mães, mães dos maridos, amigas e amantes; mandam em 100 funcionários durante o dia e lavam a loiça à noite; choram às escondidas, acham que o seu relacionamento acabou e depois descobrem que era tudo tensão pré-menstrual (*).
Gostei desta passagem que li num artigo escrito por esta senhora que já havia citado em outros posts. Tudo para iniciar um post que no fundo não tem tanto que ver com o que pretendo, mas gostei dele e quis partilhá-lo, pois também tu estarás provavelmente a identificar-te com alguns pontos desta passagem...
Eu disse a alguém (que ocupa o meu coração) que não era simpática, e não sou! Não gosto de rir por rir, falar por falar e dizer aquilo que me apetece, a não ser aos que me conhecem melhor (para estes não tenho nada a esconder, eles já sabem como sou medíocrezinha!). Quantas vezes não me apanhaste já a olhar com cara de parva para certas situações e com certas pessoas, em que não consigo esconder a estupefacção e falta de paciência para certas coisas. Não suporto situações ridículas, encenadas por pessoas ridículas com o intuito, muitas vezes, de fazer os outros parecer ridículos (quando no fundo ridículos são os próprios actores da cena). Irrito-me facilmente e chateio-me simplesmente por ouvir "bitates" isentos de conteúdo, em que o sorriso em nada força os meus lábios para sair... Gosto de falar, desabafar, ouvir, rir, divertir-me, mas admito que tenho pouca paciência para pessoas/situações que não fazem despertar a minha atenção ou, pelo contrário, despertam o pior de mim, nos primeiros... talvez... 5 minutos de duração! Sou difícil? Sou! Sou simpática? Não! Sou compreensiva? Sou (às vezes demasiado)! Sou exigente? Também sou!
Há pouco tempo soube, por intermédia pessoa, de um percurso de vida de uma pessoa que me foi muito próxima e que já não vejo há algum tempo. Posso dizer que passei pela fase do choque, pela fase da negação, pela fase do riso (sim, daquelas vezes que me perguntaram: "estás a rir-te de quê, pá?), pela fase da desilução distante que posteriormente conduziu à fase em que estou agora, construtiva, neste ponto! A desilusão não tem que existir em relação ao Outro, pois cada um sabe de si e só cada pessoa poderá saber o que é melhor para si próprio! A desilusão só surge porque todas as relações assentam numa base de confiança, promessas e supostamente verdades, daí que se parta imediatamente para a procura de explicações, razões, rasgos de mentira, para perceber se falhei em algum lado, para entrar em contra mão em alguma altura da minha vida naquela fase e não me aperceber disso, a não ser quando cheguei ao fim da AE e vi que a senhora da portagem estava no lado direito do meu carro e tive que me esticar todinha (às vezes até do lado esquerdo é difícil!) para lhe tocar a unhas diagonalmente pintadas e depositar-lhe o dinheiro na palma da mão! Será que temos que ser mais exigentes com os outros? Sim, acho agora que sim, com muito mais força do que sabia até aqui! Temos que ser mais exigentes com as palavras e com os gestos. Temos que pedir mais, porque as pessoas podem transformar-se em qualquer altura e não podemos constantemente abdicar daquilo que acreditamos. O ser humano tem uma capacidade incrível para o amor, próprio e para os outros, mas o mal está-lhe inerente, desde o início dos tempos: o homem é naturalmente mau, já dizia Jean-Jacques Rousseau, juro que não estou a inventar nada! Bem, também não estou a querer dizer que é tudo feito por maldade, sou razoável antes de mais! Mas a verdade é que todos temos necessidades, dias maus e menor indice de paciência em certos dias ou em certas fases da vida e aqueles que estão mais próximos de nós têm que perceber isso! Não aos sapos na barriga, que nos tapam a garganta, enchem o estômago e não nos permitem por vezes até engolir a comida (ok, Novembro?).
Até porque podemos sempre aprender qualquer coisa, pois, já que a D. Lidia Weber é psicóloga, ela continua e diz-nos que às vezes basta compreender que não podemos agradar a todos o tempo todo e usar mais frequentemente um palavrinha: não(*)! *j*t*
(*) Lidia Weber, psicóloga em Curitiba, Brasil.
quarta-feira, 26 de março de 2008
"10 coisas mais irritantes"
A minha alma de blogista está dorida, e com uma dose de remorsos brutal: se fossem batatas fritas iria ficar com as pernas cheias de celulite.
Não consegui cumprir o prazo por mim imposto, nem consegui sequer terminar o post: ficará, por agora, a meio...
Tenho uma boa explicação: a semana passada estive de férias e portanto, em situação de infoexclusão; esta quinta e sexta vou a trabalho para o Porto (ao que parece obrigam-me a ficar hospedada num Hotel&SPA, que tragédia), e portanto segunda, terça e quarta foram passadas a adiantar trabalho e a dar despacho ao atrasado.
Segue então o lado direito do coração deste post: só tive tempo de alinhavar 5 coisas irritantes. Prometo que assim que voltar a este teclado irei postar as que ficam em falta. Cá vai:
1. Falta de tempo para cuidar de mim, o que implica chegar ao ginásio a correr, ter apenas 30 minutos para treinar e tomar um duche razoável, e descobrir enquanto troco de roupa ao estilo superhomem, que tenho a depilação por fazer a ponto de poder fazer trancinhas se é que estás a ver o que quero dizer;
2. Ter de calar e engolir alguns sapos para não agudizar situações; seja em casa ou no trabalho, isto irrita-me, o sangue ferve-me mesmo; gosto de poder exprimir as minhas opiniões;
3. Deixarem-me à espera. Detesto que me façam esperar. Para mim toda a desculpa menos forte que um internamento hospitalar não justificam deixar-me à espera. Sei que sou muito pouco tolerante, mas mais vale marcar uma hora real, mesmo que tardia.
4. Sentir-me feia. Detesto sentir que não tive discernimento para escolher a roupa com que estou a sair à rua, principalmente se tiver de passar o resto do dia com ela. Para mim, um dia em que me sinto ridícula é um buraco na minha auto-estima.
5. Eu. Às vezes sou extremamente irritante, com as minhas incapacidades, hesitações, erros ortográficos, a minha incapacidade para ter rasgos de espontaneidade.
Juro que a segunda parte virá em breve.
Não consegui cumprir o prazo por mim imposto, nem consegui sequer terminar o post: ficará, por agora, a meio...
Tenho uma boa explicação: a semana passada estive de férias e portanto, em situação de infoexclusão; esta quinta e sexta vou a trabalho para o Porto (ao que parece obrigam-me a ficar hospedada num Hotel&SPA, que tragédia), e portanto segunda, terça e quarta foram passadas a adiantar trabalho e a dar despacho ao atrasado.
Segue então o lado direito do coração deste post: só tive tempo de alinhavar 5 coisas irritantes. Prometo que assim que voltar a este teclado irei postar as que ficam em falta. Cá vai:
1. Falta de tempo para cuidar de mim, o que implica chegar ao ginásio a correr, ter apenas 30 minutos para treinar e tomar um duche razoável, e descobrir enquanto troco de roupa ao estilo superhomem, que tenho a depilação por fazer a ponto de poder fazer trancinhas se é que estás a ver o que quero dizer;
2. Ter de calar e engolir alguns sapos para não agudizar situações; seja em casa ou no trabalho, isto irrita-me, o sangue ferve-me mesmo; gosto de poder exprimir as minhas opiniões;
3. Deixarem-me à espera. Detesto que me façam esperar. Para mim toda a desculpa menos forte que um internamento hospitalar não justificam deixar-me à espera. Sei que sou muito pouco tolerante, mas mais vale marcar uma hora real, mesmo que tardia.
4. Sentir-me feia. Detesto sentir que não tive discernimento para escolher a roupa com que estou a sair à rua, principalmente se tiver de passar o resto do dia com ela. Para mim, um dia em que me sinto ridícula é um buraco na minha auto-estima.
5. Eu. Às vezes sou extremamente irritante, com as minhas incapacidades, hesitações, erros ortográficos, a minha incapacidade para ter rasgos de espontaneidade.
Juro que a segunda parte virá em breve.
domingo, 16 de março de 2008
Top 10: aquilo que me deixa mais irritada (1)
Tenho que admitir que este tema me deu dores de cabeça! Primeiro, porque não o comecei e terminei, ou seja, comecei-o e deixei-o a meio e só imenso tempo depois é que o terminei; segundo, não me conseguia lembrar de tudo o que me irrita, porque, seja dito, eu até sou uma pessoa irritadiça, mas a pensar sobre isso não me vinha nada à mente, 'cum catano! Aqui vão elas:
1*) Estacionamentos em 2a fila a tapar lugares perfeitamente concebidos para estacionar veículos ou para colocá-los quando eles não cabem no nosso bolso das calças, ou seja, sempre!
2*) A forma milenar como os meus pais fazem certas coisas, muitas delas desnecessárias, como por exemplo, alisar com o dedo a pasta dos dentes na escova; todas as noites o meu pai enche a garrafa até acima e depois abana-a um pouco para deitar fora o excesso; ou até o "carregar" no botão verde do telefone quando ele atende automaticamente quando se tira do descanso (e eu já expliquei isto)!
3*) Sentar-me à mesa cheia de fome e vontade de comer e ser-me apresentado um prato de sopa de nabiça ou um prato de peixe cozido... sim, eu sei agradecer toda a comidinha que me é dada, mas não consigo deixar de me irritar com isso!
4*) Que me digam que sou baixinha, pequenina, miudinha, sei lá! Irrita-me todos estes comentários que amiúde tenho que ouvir e que vêm confirmar aquilo que se vê e é obvio! "Tenho 25 anos, acho que já tive algum tempo para me ver ao espelho, não?").
5*) Estar a tomar banho e começar a sentir o gás a acabar e, como a aguinha fresquinha teima em aparecer, tenho que começar a ser mais rápida e talvez não fique assim tão bem lavada! Sim, eu tenho maluqueiras destas!
6*) Funcionários públicos! Sim, aqueles seres robóticos e lentos que nos são apresentados em todas as instituições estatais e seus serviços. Seja no centro de saúde, nas finanças ou na segurança social, há sempre uma pessoa que é coxa, outra que usa aqueles dedais de borracha no dedo indicador para serem mais rápidos a manusear papéis (ineficazes, como se confirma!), outra que tem cara de tótó, outra que tem cara de chefe e anda de um lado para o outro a meter-se com todos os colegas e a fazê-los rir (demorando-os ainda mais), um que é meio deficiente e, claro está, são todos lentos 'pa caraças e olham-nos com cara de estúpidos ("Oh paspalho, mexe-te que tenho que ir trabalhar para te pagar o ordenado oh b*rr*g*!"). Vejam, estou mesmo irritada! :))
7*) Que me passem à frente nas filas! Como quem não quer a coisa, começam a afastar-se para o lado, atrás de mim; depois, quando damos por ela, já estão ao nosso lado, com o argumento de que estão a formar uma segunda fila, para dividir as pessoas e tal...; mal viramos a cara para ver o que está à nossa volta, já temos a pessoa à nossa frente; enfim, aqui já não há nada a fazer, enquanto pensamos em quão estúpidos fomos, já a pessoa está colada ao balcão, a ser atendida, claro está!
8*) Irrita-me as pessoas que acham que podem decidir pelos outros, que os forçam a fazer coisas que não sabem se eles podem ou querem, quando afinal não podem e não querem; irrita-me as pessoas que acham que sabem o que é melhor para os outros, quando afinal não sabem; irrita-me as pessoas que obrigam os outros a fazer o que eles querem, seja directa ou indirectamente, quando eles sabem perfeitamente o que tem que ser feito.
9*) Irrita-me sentir o cheiro das pessoas, principalmente das pessoas mais velhas que não tomam banho diariamente porque acham que faz cair o cabelo ou que faz mal à pele (pode fazer, eu sei, mas há limites!). E quando não são as pessoas mais velhas, irrita-me ainda mais!
10*) Eu, às vezes, irrito-me a mim mesma. Por vezes olho-me ao espelho e irrito-me! Ou porque estou mal vestida, ou porque me chateiam os óculos, ou porque não tive tempo de fazer o buço quando já ia a tempo; irrito-me por querer ser tão perfeccionista, comigo e querer que os outros também sejam, por exemplo não conseguir ter a roupa arrumada de qualquer maneira porque me faz confusão, ter tudo arrumado quase geometricamente, gostar de ter as minhas coisas todas "àparte" e odiar que mexam nelas; irrito-me quando não consigo adiantar trabalho porque me parece que tinha que ter conseguido; e claro, com tudo o que já foi dito até aqui!
Bem, mas tirando tudo isto eu sou uma pessoa perfeitamente compreensiva, só me enervo um bocado, às vezes... talvez não o demonstre tanto quanto gostaria, mas às vezes tem que ser...*j*t*
sábado, 15 de março de 2008
The "angst"...
Decidi, este ano (com vontade para tal, acreditem!), partilhar com o meu núcleo duro a primeira angústia do ano católico, o meu aniversário! Sinto-me segura e melhor preparada para enfrentar o mundo nesta época do ano e tomei a dura decisão de o partilhar... Mas não vou esconder porquê! Foi pelos outros, por vocês, mesmo aqueles que não sabem que escrevo aqui! Apesar de me sentir segura, a angústia permanece e agora que penso nisto percebo melhor o despertar a horas de madrugada e a angústia matinal (sim, aquela que sentíamos há cerca de 8 anos!). No outro dia tive a triste notícia de não poder contar com duas pessoas do dito núcleo, que, ao que tudo indica, vão voar mais num mês que eu provavelmente na minha vida toda (mas já lá vamos)! Depois, mais uma baixa, devido a um compromisso inadiável... Como calculam, não fiquei muito feliz, ao perceber que tinha um núcleo tão concentrado! Ainda para mais porque acho que é mais importante para vocês que eu partilhe este dia, do que propriamente para mim, é que já ando nisto há uns dias e vai prolongar-se até, pelo menos, ao fim de semana da páscoa! Novembro, não te perdoarei um não, até porque me suicidarei muito antes de sequer pensar nisso, portanto, deixa-te de m*rd*s! Tenho tido dias difíceis e o maldito spm não ajuda, mas porque é que ele vem sempre nas piores alturas (ou será que é por ele vir que tudo parece a pior altura?)?
Aniversários à parte, vamos a despedidas e desejos! Kaloria e Cravings, fico triste por vos ver partir, não digo que não! Não estarão tão perto fisicamente quanto até aqui e um beijo e um abraço estará a km's/língua/moeda/nível de vida de distância! Mas estão a distância de um sms e, tal como desejei quando abrimos este café em conjunto, pode ser que falemos ainda mais! E Cravings, não esqueço a casa prometida, hein?! Tristezas à parte, só posso dizer que acho que será muito bom para vocês! Para mim essa aventura não é novidade, eu própria a pensei cometer! Só tenho a pensar que ainda bem que vão, será fantástico, espero eu e o U.K. é já ali (não com tantos semáforos, passadeiras e rotundas pelo caminho, com certeza!). Desejo-vos boa sorte e que se divirtam, nada mais! A amizade e aquilo que nos liga há-de sempre permanecer, pois, como já disse, nós não nos temos visto/falado assim tanto e tudo permanece! Quando nos vimos no outro dia, percebi que estamos todos em fases diferentes da vida, apesar de todos na mesma fase, entenda-se! Fases, isto é, desejos, experiências, previsões, planos, enfim... e é bom, claro! Só tive pena que não nos víssemos mais vezes, não estivessemos estado mais tempo juntos e falado mais vezes! Sinto-me bem quando estou com vocês, sinto-me que vou até algum lado e volto a mim, mais leve e preenchida. E choro ao pensar nisso, que vai entrar numa pausa aparente!
Para vocês, boa sorte e aproveitem muito, que eu cá ficarei na profunda angústia da minha existência... pronto, ok, não é caso para tanto, mas apeteceu-me! Beijos *j*t*
terça-feira, 11 de março de 2008
"Top 10: Aquilo de me deixa mais irritada"

Esta semana o tema semanal vai ser dedicado às coisas mais irritantes que podemos imaginar, aquilo que nos tira do sério! Desde pisar cocó na rua, passando por pessoas a cortar unhas no metro, terminando na maneira como os nossos pais espremem a pasta dos dentes, vale tudo!
Prazo limite até dia 16, Domingo!
Próximo tema está contigo, para "afixar" até à próxima quarta-feira!
quinta-feira, 6 de março de 2008
Frase do Dia
O excesso de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro...
(Não sei se é uma actividade de grupo ou individual, a chazinha tem de ser mais explícita.)
(Não sei se é uma actividade de grupo ou individual, a chazinha tem de ser mais explícita.)
"O que eu não posso deixar de fazer", por Novembro
O que eu não posso deixar de fazer...
Foi difícil para mim decidir o que escrever sobre este tema. Existem várias esferas da vida que eu podia retratar aqui, desde "o que não posso deixar de fazer hoje" até ao "o que não posso deixar de fazer até morrer".
Vou então fazer uma síntese das coisas que me estão a povoar a mente por agora, independentemente de serem objectivos de curto, médio ou longo prazo; uma espécie de "associação livre freudiana". Vejamos:
O que eu não posso deixar de fazer hoje no trabalho é ligar a vários familiares de miúdos, entre padrinhos e pais, ligar a uma colega da Santa Casa e a outra do Cat de Vialonga. Também tenho de ligar à minha gineco, e perguntar porque é que há 45 dias não me vem aquilo que a gente sabe, apesar de já ter feito um teste de gravidez que deu negativo (devo tar a ficar fora de prazo). Queria mesmo ir ao ginásio hoje para ver se retomo o ritmo: é pena ter parado estas duas semanas, estava mesmo a ser bom manter a regularidade de 4dias por semana. Hoje é importante ficar a noite em casa a descansar com o meu tiagão, que está a ficar constipadão.
O que eu não posso deixar de fazer em tempos próximos é mesmo acompanhar a minha maninha no que for preciso, esta fase deve ser mesmo complicada, ela é que esteve em risco de vida e as pessoas só querem saber de uma criatura que basicamente come, dorme e faz coco. E tem um rabinho tão querido :) E a cabeça dela cheira tão bem, é mesmo a bébé! E também não posso deixar de mimar o meu maninho, que é o puto mais fantástico á face da Terra: quem diria que uma criança tão mimada no fundo tem tão bom coração que está connosco na "adoração" à Inês, cada vez que passa por ela em casa tem que lhe dar uns beijinhos.
E também é importante ir fazer a tal limpeza de pele de qua ando a falar há meses! Ah, e ainda esta semana, escolher um tema para os próximos posts!
O que eu não posso deixar de fazer... Acho que é continuar a viver, a aproveitar as pessoas e as coisas que me fazem bem e que são especiais para mim; está mais que claro que eu dou muita importância às pessoas que me rodeiam, e ainda bem que tenho a sorte de conhecer tantas pessoas que me dizem tanto. Não posso deixar de juntar o guito para comprar uma casinha com o Tiago, vai ser duro mas aposto que vai ser acima de tudo uma experiência fantástica.: brincar a ser crescido. E não vejo a hora de ter os meus objectos pessoais todos na mesma casa!!
Bem, acho que por agora é mesmo tudo. Vou ter uma semana de férias em breve e vai ser importante para limpar a cabeça e calibrar os meus binóculos de ver a vida.
Caras companheiras de tasca, até ao próximo post!
Foi difícil para mim decidir o que escrever sobre este tema. Existem várias esferas da vida que eu podia retratar aqui, desde "o que não posso deixar de fazer hoje" até ao "o que não posso deixar de fazer até morrer".
Vou então fazer uma síntese das coisas que me estão a povoar a mente por agora, independentemente de serem objectivos de curto, médio ou longo prazo; uma espécie de "associação livre freudiana". Vejamos:
O que eu não posso deixar de fazer hoje no trabalho é ligar a vários familiares de miúdos, entre padrinhos e pais, ligar a uma colega da Santa Casa e a outra do Cat de Vialonga. Também tenho de ligar à minha gineco, e perguntar porque é que há 45 dias não me vem aquilo que a gente sabe, apesar de já ter feito um teste de gravidez que deu negativo (devo tar a ficar fora de prazo). Queria mesmo ir ao ginásio hoje para ver se retomo o ritmo: é pena ter parado estas duas semanas, estava mesmo a ser bom manter a regularidade de 4dias por semana. Hoje é importante ficar a noite em casa a descansar com o meu tiagão, que está a ficar constipadão.
O que eu não posso deixar de fazer em tempos próximos é mesmo acompanhar a minha maninha no que for preciso, esta fase deve ser mesmo complicada, ela é que esteve em risco de vida e as pessoas só querem saber de uma criatura que basicamente come, dorme e faz coco. E tem um rabinho tão querido :) E a cabeça dela cheira tão bem, é mesmo a bébé! E também não posso deixar de mimar o meu maninho, que é o puto mais fantástico á face da Terra: quem diria que uma criança tão mimada no fundo tem tão bom coração que está connosco na "adoração" à Inês, cada vez que passa por ela em casa tem que lhe dar uns beijinhos.
E também é importante ir fazer a tal limpeza de pele de qua ando a falar há meses! Ah, e ainda esta semana, escolher um tema para os próximos posts!
O que eu não posso deixar de fazer... Acho que é continuar a viver, a aproveitar as pessoas e as coisas que me fazem bem e que são especiais para mim; está mais que claro que eu dou muita importância às pessoas que me rodeiam, e ainda bem que tenho a sorte de conhecer tantas pessoas que me dizem tanto. Não posso deixar de juntar o guito para comprar uma casinha com o Tiago, vai ser duro mas aposto que vai ser acima de tudo uma experiência fantástica.: brincar a ser crescido. E não vejo a hora de ter os meus objectos pessoais todos na mesma casa!!
Bem, acho que por agora é mesmo tudo. Vou ter uma semana de férias em breve e vai ser importante para limpar a cabeça e calibrar os meus binóculos de ver a vida.
Caras companheiras de tasca, até ao próximo post!
sábado, 1 de março de 2008
O que eu não posso deixar de fazer é... (1)
... vir ao blog, contar, partilhar, ler, divertir-me e libertar-me de certas ideias que me assolam no dia-a-dia.
... tomar banho pela manhã, sentir-me fresquinha, cheirosa, macia e limpa. De seguida, vestir uma roupinha lavada e por o creme de dia no rosto!
... ouvir música no carro e cantar todas as músicas das quais souber (ou não) as letras.
... pintar as unhas, fazer rabos de cavalo, a depilação e o risco preto nos olhos!
... brincar, estar e dar beijinhos ao meu sobrinho lindo, que em cada dia me deixa mais orgulhosa e completa.
... trabalhar! Já não me imagino sem trabalhar, sem ocupar os meus dias a organizar e produzir trabalho organizado, produtivo e frutífero.
... fazer amor! Adorar, amar, ouvir, ajudar e sentir a pessoa que partilha comigo a vida.
... falar com os meus amigos, estar com eles, mas, acima de tudo, conhecê-los e saber que estão lá!
... chatear-me com aqueles que insistem em meter-se na minha vida, de forma voluntária e obssessiva, querendo / crendo ter o direito para tal!
... beber meia de leite, comer bacalhau com natas, beber o meu copo de vinho à refeição, comer gelados, crepes e chocolate, mas acima de tudo, continuar a aperfeiçoar o meu gosto em comer!
... compar roupa, sim, consumismo puro! Adoro comprar roupa, sentir-me bem com ela e ter a sensação de que fora feita exactamente para mim, other wise, it's not worth it!
... aprender, todos os dias, 16h/dia, 7 dias/semana, 4 semanas/mês e 12 meses/ano.
... ensinar, quando houver tempo e disponibilidade de alguém para que isso aconteça.
... gostar de mim, cuidar de mim e ter respeito por mim.
... até morrer: uma tatuagem, viajar, ter a sensação fantástica de ser mãe, melhorar-me, mudar-me se for preciso, e, acima de tudo, ser feliz. *j*t*
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
1* Frase do dia
Tentar não significa conseguir, mas, certamente, todos os que conseguiram, tentaram.
*j*t*
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Tema da semana: O que eu não posso deixar de fazer é...
O tema proposto desta semana é, nada mais nada menos que:
O que eu não posso deixar de fazer é...
O que não posso deixar de fazer no dia-a-dia, até morrer, no fim de semana, com outra pessoa, com os amigos, sei lá! Terminem a frase, ou frases, como preferirem! Mas sempre seguindo as regras e normas do blog... Ok, não há regras, portanto, digam o que vos apetecer!*j*t*
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