1. Acalmar a raiva que sinto na maioria das vezes… Detesto ser acusada injustamente, detesto ter a certeza das coisas e ser contestada.
2. Tentar ser assertiva: descrever com rigor o problema; exprimir o que sinto; ser específica, não trazer aspectos irrelevantes para o problema em questão; trocar comunicação sobre soluções. Esta estratégia faz-nos sentir um pouco cínicos, por vezes. Fui aprendendo sobre assertividade no voluntariado, na faculdade, no curso de formação de formadores, e a sério que tenho tentado pôr em prática. Para mim, o principal contributo foi perceber que tentar resolver um problema não é de todo parecido com ter razão; por exemplo, não vale a pena mandar bocas sobre o que já lá vai.
3. Fazer um esforço para ter paciência para explicar o que me parece claro. Muitas vezes não tenho pachorra para continuar disputas em que sinto que estou a falar com uma pessoa deficiente.
4. Avaliar constantemente quem está a minha frente. Não é o mesmo discutir com o meu patrão, com o meu pai, com uma amiga, ou com o meu namorado. A linguagem é diferente, as implicações são diferentes.
5. Muitas vezes ficar magoada, mesmo que não o assuma, muitas das vezes sem ter razão para isso, e pôr em causa a relação com a pessoa…
6. Estragar o meu dia. Pois é, grande defeito mas é verdade, detesto zangar-me, mesmo que me digam que tenho razão. Não era impensável zangar-me no autocarro e andar rabugenta o dia inteiro.
7. Ter comportamentos compulsivos, como arrumar freneticamente a secretária, fazer listas para todas as tarefas e não começar nenhuma.
8. Resolver um problema também pode ser… jogar no sudoku? Fazer os trabalhos de casa com o meu irmão? Isso já é giro, pôr os neurónios a dialogar, para variar.
9. Despejar nas pessoas que me estão mais próximas :(
10. Pegar nas conclusões/solução e tentar aplicar á realidade. Tentar aprender com o problema.
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