segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Tema Semanal: rumo a um bem estar integral
domingo, 29 de agosto de 2010
Café Brulot

Em homenagem ao nosso blog, que tantas coisas nos tem aturado ao longo dos anos, aqui fica uma foto do famoso "Café Brulot". Ele existe, não agrada a todos os gostos mas é certamente muito interessante.
Vejamos a receita, retirada de http://cybercook.terra.com.br/receita-de-cafe-brulot.html
Ingredientes:
1 dose de conhaque
Canela em pau
8 colheres de chá de açúcar
4 cravo-da-índia
Casca de laranja
Casca de limão
4 xícaras de chá de café forte quente
Preparação:
Aqueça o conhaque com a canela, o açúcar, os cravos da índia e as cascas de laranja e de limão numa panela. Divida o café quente entre 4 xícaras pré-aquecidas e despeje a mistura de conhaque a ferver por cima, tomando cuidado para as especiarias ficarem na panela. O Café Brûlot, receita francesa, é muito apreciado após as refeições.
Por Novembro.
sábado, 28 de agosto de 2010
Tema Semanal
Física: 7
Posso dizer que tenho uma alimentação equilibrada; como carne, peixe e substitutos vegetarianos. O meu estilo de vida não é tao activo como eu gostaria, mas certamente é superior a maioria. O meu trabalho acaba por ser equilibrado, não é muito sedentário, implica movimentar-me dentro das instalações mas também passo algum tempo sentada.
Mental: 7
Habitualmente, consigo ser prática, estabelecer caminhos para atingir objectivos e metas.
Socio-emocional: 5
Estou a passar por uma fase que requer alguma instrospecção. Tenho noção de que tenho andado confusa, preocupada e centrada no exterior. Não posso dizer que esteja na melhor fase da minha vida, mas pelo menos estou a construir ideias concretas sobre como fazer de mim uma pessoa mais feliz.
Espiritual: 5
Tenho sido fiel a mim propria, mas a custo de estar constantemente a por em causa quem sou, de onde venho e para onde quero ir. Tenho estado centrada no presente e no futuro proximo, de facto devia pensar um pouco mais a sério no meu EU espiritual.
Fazendo as contas, a minha média é 6...
Por Novembro.
Ontem percebi que tenho uma pedra no sapato.
Pensei que já tinha resolvido aquele handicap, mas na verdade ainda não; ter sido tão perceptivel para outra pessoa fez-me sentir ridicula e espero conseguir manter a minha imagem.
Em Setembro vou iniciar uma psicoterapia. Escrevo aqui para não poder deixar para depois, ou achar que afinal não preciso.
Esta situação confirmou a minha necessidade de resolver alguns dilemas, que, á partida, se devem a uma desconfiança constante em relação ao outro originada pela fraca autoconfiança nas minhas experiências e capacidade para fazer boas escolhas.
Sendo clara: iniciei uma relação de amizade com uma pessoa, com a qual me senti confortável para partilhar aspectos pessoais meus. De um momento para o outro, essa partilha tornou-se pesada, comecei a sentir uma vergonha imensa, uma sobre-exposição, aterrorizada pelo que a pessoa pudesse pensar sobre mim e - pior! - contar a outros. Desconforto e empatia podem facilmente ser confundidos com outros sentimentos; acabei por ter de ganhar coragem e falar claramente com o sujeito sobre estes sentimentos para que a minha confusão não ganhasse o formato de suspeita para ele.
Resultado final: um pouco mais de luz sobre o turbilhão de emoções que andava a sentir; a capacidade de me chegar a frente e dize-lo em voz alta (apesar do modo super nervoso e ate ridiculo com que o fiz); a consciência de que tenho de trabalhar esta dificuldade antes de dar um salto de confiança e amizade.
De coração aberto e exposto, aqui sinto que é possível ultrapassar o medo da critica.
Obrigada por isso, JT.
Por Novembro.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Detesto ainda...
Detesto...
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ler nas entrelinhas
Se alguém olhasse para dentro de mim hoje, e tentasse ler os meus pensamentos, será que ficaria horrorizado?
Veria, talvez, que sou um bocado imatura apesar de disfarçar tão bem, que me tenho deixado fascinar, que posso prejudicar pessoas de quem gosto; veria que eu sei que não tenho certezas e não era suposto, se nem sequer posso culpar outra pessoa qualquer sem ser eu.
Por Novembro.