sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Hoje, olhei e vi mais um pouco

Olá, lugar.

O meu amor não está aqui ao pé mas está dentro de mim. Unidos pelo amor. A certeza que ele esta bem pela tranquilidade que me invade.

Vejo as fotos do Natal que passou e fico triste. A minha irmã... tinha os seus sonhos, as suas expectativas face à vida, julga-se forte e sabedora, via-se bonita, uma mulher desejável, com um futuro para viver. Encontro-a agora naquelas imagens com uma desilusão tão forte que me magoa o peito.

Quando nascemos somos apenas amor. Só amor, nada mais. O que de mau fazemos, as acções em que danificamos os outros, as nossas hesitações face ao ganho ou à verdade, vêm depois...
É esse o dano original.

Somos feitos a partir da união e do prazer de dois seres, somos criados pela pura pulsão de vida, desenvolvemo-nos com o alimento, o conforto, o som e o cheiro, nascemos a saber sorrir, olhamos e imitamos quem nos cuida, estamos cheios de disponibilidade e interesse.

Vejo na minha princesa esta pureza já magoada.

E quero ficar forte para estar por aqui quando ela precisar, não me quero magoar ou adaptar aquela vivência, mas quero dar-lhe mais.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Adeus 2011 ** Olá 2012

Está a chegar a altura de deixar os meus mais profundos desejos para o ano que se aproxima pé-ante-pé: 2012. Muitos são uma repetição do passado, talvez para não me esquecer de quem sou e continuar a plantar o meu jardim, interior e exterior, e que 2012 seja de facto melhor que 2011!*j*t*
  • Mudar de emprego: este desejo poderia ocupar os três ou quatro primeiros pontos desta listagem, dado que, de todos os meus problemas, este é aquele que mais ansiedade me causa.
  • Saúde: este é um desejo vitalício.
  • O meu pai: espero que a saúde do meu pai estabilize e que ele se proteja a ele mesmo das maldades que se auto-inflinje diariamente. E espero também que o embuste em que foi metido se resolva ou que, pelo menos, não piore.
  • Os meus sobrinhos: espero que em 2012 não voltem a ter os sobressaltos de 2011.
  • Para mim: desejo muito amor, um amor que me proteja, que me queira, que me deseje e me admire.
  • Para mim: desejo mais atenção de mim ao meu Eu, ao que eu quero, a quem eu sou e o que sou para os outros.
  • Para mim: desejo ser [bem] surpreendida.
  • Para mim: desejo deixar-me ser surpreendida.
  • Desejo que as amizades que tenho neste momento se mantenham e fortifiquem.
  • Desejo valorizar-me pessoal e profissionalmente: quem sabe um curso profissional ou uma pós-graduação.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Desejos para 2012

Na intenção de deixar aqui os meus desejos para o próximo ano, estive aqui a rever os meus desejos para outros anos. Sintetizei aqui as intenções definidas para 2009 e 2010:

"2009, hipótese imperdível de reatar laços, experimentar novas situações, criar momentos memoráveis e dignos de registo no livro da vida.
Amor: clarificar e tomar decisões, dar um passo em frente, cortar o cordão umbilical;
Trabalho: ser uma boa profissional, conseguir tocar a vida das pessoas;
Saúde/Beleza: ir ao ginásio, acabar este ano com a coluna direitinha, e sem barriga de bêbado;
Amigos: continuar a ter conversas novas com novas pessoas, sem expectativas.

Família: Inês, vê lá se despachas isso que eu quero conhecer-te, e para o resto, assim é difícil manter a sanidade."

"2010,

1) Ir tres vezes por semana ao ginásio e deixar o jantar de segunda já feito.
2) Sermos um casal mais organizado com as tarefas. Tenho de perceber se de facto estou sobrecarregada ou não.
3) Cuidar da minha imagem. Tenho de aproveitar a minha juventude, beber mais água, fazer as sobrancelhas uma vez por mês, ter a depilação em dia, cortar o cabelo antes de já parecer o abominavel homem das neves."

Num ano mais vaga e abstrata, no seguinte um pouco obssessiva. Para o ano de 2011, nada escrevi no blog, mas sim no coração.

Para o proximo ano, de 2012, talvez um desejo global de desenvolvimento, evolução e crescimento. Gostava de terminar este primeiro ano de mestrado com boas notas e quem sabe algumas perspectivas de algo novo, dar continuidade a este trabalho de crescimento e maturação pessoal e psicologica, partilhar o meu tempo e aquilo que de bom existe na vida com as pessoas do meu coração.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

No ventre de uma mulher grávida...

Linda analogia sobre a vida, a morte, Deus, e a importância de acreditar no que sentimos com a intuição.

"No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.... ...
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída - o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela..."
(autor desconhecido)

domingo, 11 de dezembro de 2011

para mim, para ti, para nós, Novembro

"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas... E não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que podes fazer coisas num instante das quais te arrependerás pelo resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tu tens na vida, mas quem tens na vida. Descobres que as pessoas com quem mais te importas na vida são tiradas de ti muito depressa; por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vemos. Aprendes que paciência requer muita prática. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não dá o direito de seres cruel. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, tu serás, em algum momento, condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que o consertes. E, finalmente, aprendes que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperar que alguém te traga flores. E percebes que realmente podes suportar, que realmente és forte e que podes ir muito mais longe, depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida! E só nos faz perder o bem que poderíamos conquistar, o medo de tentar!", William Shakespeare

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Bolo de Alfarroba

"Behold"! A foto do bolinho de alfarroba que eu própria fiz (?!), e que mereceu a minha aprovação, a do meu grande amor e de colegas de labuta.

100gr de farinha de alfarroba
200gr de farinha de trigo
200gr de açucar
150gr de margarina
4 ovos (gemas + claras em castelo)
1 pacote de natas
recheio de doce de framboesa
lascas de amêndoa

40m em forno médio e já está, a massa fica fofa durante vários dias.

Nada mau, estou a aumentar as minhas competências de doceira :)