segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Desejos para 2010

Vi noutro dia um anuncio de um programa televisivo, que dizia algo como "para o ano novo, todos pedem, comer melhor, divertir-se mais e fazer exercício físico".

Pois bem, correspondo a este estereotipo! Em 2010, desejo:

1) Ir tres vezes por semana ao ginásio.
Cumprir o plano que defini: segunda, sabado e domingo. Deixar o jantar de segunda já feito: para poder ir pelo menos uma vez durante a semana. Tem sido tão difícil ir ao ginásio! Com os nossos horários, chegar a casa as 21h00 e ir fazer jantar é demasiado cansativo, o dia iria parecer tão curto. Adoro como me sinto quando vou ao ginásio, sinto-me mais saudável, em forma e descontraída.

2) Sermos um casal mais organizado com as tarefas.
Nunca deixamos a comida a descongelar de véspera, andamos sempre a usar o microondas, qualquer dia nasce-me um terceiro braço com as radiações. Tenho de perceber se de facto estou sobrecarregada ou não, ando com ideia de que ele faz muito menos que eu mas ás vezes penso que estou a ser injusta.

3) Cuidar da minha imagem.
Tenho de aproveitar a minha juventude, caraças, senão qualquer dia acordo e sou uma cota cheia de celulite e rugas (a celulite já ca canta). Tenho de beber mais água, fazer as sobrancelhas uma vez por mês, ter a depilação em dia, cortar o cabelo antes de já parecer o abominavel homem das neves.

Por Novembro

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

O velho. Sem raivas. Apenas velho.

"O nada. Estremeço. Claridade. Dor nos meus joelhos; o meu esqueleto não me acompanha. São 6h30 mas tenho de me levantar, só mais um bocado aqui deitado e depois levanto-me. Se não for eu aquilo não anda, sou essencial, tenho de controlar os preguiçosos irresponsáveis. São 7h00, vou levantar-me; quem é esta velha aqui ao lado?

Preciso de outro café, é o que fiz durante anos em alturas de muito trabalho, e agora com 72 anos ainda não posso descansar, sou preciso. Fui o primeiro a chegar, ganhei a corrida mais uma vez. Vejo apenas o meu fiel encarregado, ele diz-me tudo o que preciso, vejo nos seus olhos como me reconhece.

As crianças gostam de doces, sempre resultou e continua a resultar, eu sou homem e tenho muita idade, mereço assim o seu respeito. Têm roupa e comida, ingratos; sou velho, mereço respeito. Outros não conseguem, não sabem, eu explico e não entendem.

Aquela chegou agora, quer sempre ficar em casa a dormir, a leviana, finge que contribui com alguma coisa de jeito. Finge que sabe o que fazer, e as suas omissões e imperfeições tornam estes jovens em delinquentes.

Eles não sabem que eu sou. Eu vejo, eu sei. Eles não sabem nem conseguem.

Eu é que sei.

...

Estou deitado na cama.

Dói-me o corpo, dói-me a alma. Será que faço falta?"

Tal como tu, conclui que me fazia mais sentido olhar para uma pessoa com quem estou todos os dias.

Por Novembro.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

"A pessoa ao lado"

Hoje notei num homem velho que cambaleava na rua. Rosnava algo incompreensível enquanto tentava perceber o conteúdo de umas folhas que segurava nas mãos. A sua roupa gasta e suja dava indícios de pobreza, que associados ao seu comportamento sugeria doença mental ou alcoolismo.

Quantas vezes vamos na rua ou num café e reparamos em alguém, por ser diferente, belo, estar a ter um comportamento imprevisivel ou estranhamente normal? Quem são essas pessoas?

O meu desafio para esta semana é escolher alguém ao acaso na rua, reparar no máximo de detalhes, e imaginar quem é essa pessoa: como se chama; como acorda e deita todos os dias; em que pensa; quais os seus objectivos; quem ama e quem a ama; ou outros aspectos.

Esta semana transformamos um desconhecido num indivíduo.

Por Novembro.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Provações.

Acredito que ás vezes é preciso passarmos por certos acontecimentos e por certas pessoas por nos apercebermos daquilo que queremos e quem somos realmente, ou quem, por momentos, estávamos a deixar de ser. Há dias em que não pensamos muito em se estamos contentes ou tristes ou satisfeitos ou insatisfeitos. Mas depois há aqueles dias em que estamos completamente indiferentes, simplestmente vamos actuando de acordo com aquilo que nos é pedido e/ou exigido. No outro dia estava mais uma vez a pensar sobre a Felicidade. A felicidade não existe, e o melhor é, a existir, não dizer a ninguém que se encontrou tal sentimento! Ou seja, a felicidade é algo que se almeja e é um estado ao qual se pretende ascender, mas no fundo, nunca se chega lá, é quase como voar até tentar alcançar uma estrela: bem que morríamos e voltávamos a nascer e não chegávamos lá! E isto porquê? Por causa dos imprevistos! Sobre estes existem duas coisas a dizer: há os imprevistos previsíveis e os imprevistos imprevisíveis! Os primeiros traduzem aquilo que se está a passar comigo no trabalho: eu sempre soube que podia ser assim, mas agora estou estupidamente surpreendida! As coisas estão difíceis e eu tenho que mudar isto, não dá para continuar com este dia a dia, com estas pessoas, com estes sentimentos que circulam por aqui e estes feitios moldados de interesses e subjugação. Os segundos são os piores, porque não achamos que está tudo mais ou menos, de repente as coisas mudam: é a doença, o desemprego de que tantas pessoas falam, entre outras coisas que têm a capacidade de mudar a vida das pessoas em 24h! E isto para quê? Só para dizer para se ter muito cuidado com o que se faz e se diz, que o estado de felicidade deve ser bem guardado dentro de nós e não espalhado aos ventos que nos passam à frente em dias de vendaval. É bom deixar a vida correr, no alarms & no surprises, como cantam os Radiohead e eu tanto concordo!
Já agora, quero aproveitar para dizer que fiquei super satisfeita por saber que temos, pelo menos, uma leitora! Yuppiiii! Novembro, afinal há alguém que descobriu o nosso Café! Se calhar temos que fazer uma limpeza geral, porque nos temos desleixado um bocadinho, éramos só as duas e tal... mas se começamos a ter mais uma visita, torna-se complicado! ;)) *j*t*

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Tema Semanal: Medos, by JT

Depois de algum tempo a ponderar sobre os meus medos, aqui vão eles:
* Tenho medo do escuro: sim, tenho medo do escuro! Detesto entrar em casa quando não está lá ninguém ou entrar numa divisão com a luz apagada e ter que percorrer algum espaço até chegar ao interruptor!
* Tenho medo do vento: detesto dias de temporal, quando o vento assobia pelas frechas das janelas e das portas e parece que vai levar tudo a frente, incluindo as pressianas e as telhas do telhado!
* Tenho medo da solidão: sim, tenho, mas não é aquela solidão simples que nos acompanha quando vamos no carro para o trabalho ou que está ao nosso lado quando estamos a fazer algo sozinhos. O que me assusta mesmo é a solidão mórbida, que engorda os pensamentos deprimentes nas nossas cabeças!
* Tenho medo da pobreza, da fome e do desemprego: imenso medo! Tenho imenso medo da falta de dinheiro para comer, para me vestir e para pagar as minhas contas!
* Tenho medo de cães raivosos: ah, pois! Eu adoro cães, mas se sei que vou passar por um sítio onde existem cães vadios, cheios de fome e de doenças, começo a entrar em pânico!
* Tenho medo de gafanhotos e centopeias: um medo e nojo horríveis! Detesto ganhafotos e centopeias, é que nem matá-los consigo! Que nojo!
* Tenho medo de água: atenção, eu não sei nadar, portanto tenho medo de andar em piscinas e mares onde não tenha pé! Quando começo a sentir a água pelo pescoço, ai meu deus!
* Tenho medo da doença: sim, tenho imenso medo de ficar doente, seja com que doença for!
* Tenho medo da falta de amor: (ausenta de explicações).
* Tenho medo de ser atacada por um feijão verde gigante! "Se existe, há no Colombo!" Está feito, nunca mais vou ao Colombo, pelo sim, pelo não!
* Tenho medo da Candida Albicans: eu sei que já disse que tenho medo da doença, mas a Candida não é uma simples doença, a Candida é o Papão das cuecas de qualquer rapariga sexualmente activa!
Novembro, it's up to you now! Kiss, kiss! *j*t*

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Medinho!

Não tenho grandes medos e fobias, pelo que este post não foi fácil para mim de escrever. Ora bem:

- tenho medos associados ao sono, tais como:
* dormir sozinha em casa: começo a ouvir muito atentamente todos os barulhos, penso que haverão monstros ou espíritos por todo o lado e que se vão manifestar por eu estar sozinha;
* morrer a dormir: há dias em que, enquanto estou a adormecer mas ainda estou consciente, penso que irei morrer a dormir, e essa ideia de perda de controlo parece tão realista que desperto de imediato; normalmente as minhas insónias são por este motivo.

- tenho medo da solidão, claro está, não podia faltar. Tenho medo de a minha vida sofrer uma mudança total e inesperada e de eu me ver totalmente sozinha, sem sentido para continuar a acordar a cada dia. Aqui acho que podemos incluir o meu medo do ridículo e da não aceitação social, uma vez que no fundo, se relacionam com o medo de ficar sozinha.

- tenho medo da morte e da falta de saude. Já tive um medo irracional neste aspecto, que felizmente consegui ultrapassar. Não temo apenas a minha morte, mas também a daqueles que me são queridos.
Não sei se sabes isto sobre mim, mas eu sou muito fantasiosa, faço filmes autênticos na minha cabeça, enquanto que quem está de fora pensa que estava apenas distraída; estas fantasias são habitualmente com morte, acidentes ou discussoes graves. Chego a gesticular, chorar e a mover a boca como se estivesse na situação. Mas acabo por conseguir sair facilmente da fantasia e não transporto isso para o real.

E tu, jasmin?

Por Novembro.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Tema Semanal? Poupe-me!

Olá ola!

Muito obrigada pela sentida homenagem! Snif! Vou começando a pensar no tema!

E proponho começar a escrever tema semanal sempre entre aspas, do tipo "Tema Semanal", uma vez que no fundo é o nome da rubrica e em nada condiciona a sua periodicidade. É "Tema Semanal" como poderia ser "Vozes do Bacalhau Ibérico"! Pretendendo indicar a frequencia do post, em termos, teria de ser Tema Mais ou Menos Mensal :)

Seja como for, são páginas que nos defininem: nem a mais, nem a menos, a conta que tem de ser; até porque somos pessoas de poucas mas sábias palavras, sem futilidades nem desperdícios de saliva (neste caso, de ponta do dedo).

Por Novembro

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Tema Semanal: Medos...

Logo hoje, em homenagem à minha querida amiga Novembro, decidi lançar um Tema Semanal. Sim, logo hoje, dia 3!
O Tema Semanal há tanto esquecido, resurgiu na minha ideia e decidi lançá-lo hoje! Antes de discriminar aqui em que se baseia o Tema desta semana, queria só esclarecer o porquê de lançá-lo hoje: hoje porque é dia 3, hoje porque é dia 3 de Novembro, hoje porque não foi ontem nem amanhã, é hoje porque hoje é dia 3 e fiz um esforço por vir hoje ao blog "oferecer" um tema semanal à minha amiga Novembro, que faz hoje 26 aninhos: parabéns! Mas antes quero ainda esclarecer que não é um tema dedicado a ela, mas sim o Tema Semanal em si é que é dedicado a ela, porque como já não o fazíamos há algum tempo, e como foi a Novembro a lançar estes post's, decidi lançar um hoje! Ufa, acho que terminei! ;))
Cof, cof, cof... O Tema a desenvolver na próxima semana é (tal como o próprio nome deixa prever)... Medos! Quero tudo: medos, fobias, coisas que provoquem o susto, sei lá... tudo e mais qualquer coisa que nos provoque medo e da qual nem sequer queremos pensar!
Mais uma vez, um dia feliz Linda! Beijinhos, *j*t*

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Solteira liberdade...

Tenho notado que as raparigas solteiras (ou sem namorado e/ou marido tempo suficiente para começar a conhecer bem a outra pessoa), são pessoas muito mais abertas, disponíveis, soltas e com uma maior capacidade crítica, pelo menos sem ter que pensar muito profundamente antes de exercer uma crítica. Isto deve-se a uma só razão: o facto de não haver mesmo ninguém a quem dar satisfações, com quem se preocupar, têm só mesmo os seus próprios problemas e não os de outrém! De facto, é de pensar bem antes de decidir constituir familia, já que isso pressupõe a anulação de certos traços e características da nossa pessoa. É que para além dos nossos problemas, temos que ter os problemas do Outro e por vezes os problemas da família do Outro. Depois há também os amigos, que por sua vez também têm problemas, interresses e opiniões. Estas, amiúde, entram dentro da nossa relação sem nenhuma, repito, nenhuma, razão aparente, aliás, razão nem aparente nem real! Mas ainda dentro da relação, há o feitio do Outro, há o sentido de humor do Outro e há as vontades do Outro. Depois há as vontades e desvios do Outro, provocadas pelos amigos e família, que não se encaixam, por mais que tentemos, na própria relação, ou pelo menos não na cabeça de um dos elementos da relação. Depois temos também o tempo: o tempo que ás vezes não chega para tudo, o tempo que por vezes nem sequer existe para se conseguir fazer alguma coisa que seja. Depois disto tudo, existimos nós: que nem sempre temos energia para lutar pelo que quer que seja, que nem sempre temos vontade para o amor e/ou paciência para esclarecer algum mal entendido. Existe o nosso orgulho, a nossa falta de vontade e a nossa apatia. E com tudo isto o tempo vai passando e por vezes as pequenas coisinhas vão-se acumulando e quando há disponibilidade para esclarecer alguma coisa que seja já não faz sentido nenhum falar sobre isso, apesar de sabermos à priori que mais cedo ou mais tarde essa coisinha vai acontecer outra vez, com o dobro da força. Enfim... é assim! É este o preço a pagar pela felicidade do amor, pela felicidade da vida em comum (não isenta de erros) e para chegarmos à conclusão de que não saberíamos viver sem aquela pessoa que nos completa. Não poderia ser de outra forma. *j*t*

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Escrever com Alma

Passo por aqui apenas para fazer referência a um blog que descobri, do nosso professor de Português de 11º ano e minha antiga paixão platónica, que podes encontrar em http://escrever-com-alma.blogspot.com.

É brutal, este homem escreve como ninguém. Passa por lá!

A depressão Outonal...

Tenho sentido ultimamente uma leve tristeza, acompanhada de uma ligeira ansiedade, sobre qualquer coisa que não consigo escrutinar. É a dificuldade em levantar de manhã para trabalhar e é a vontade de não fazer nada nem ouvir ninguém quando saio do trabalho, já que durante o horário laboral a única atitude que me é permitida, é a não vontade secreta de fazer alguma coisa útil para a empresa!
Acontece que me tenho sentido regressar ao passado, quando a depressão era uma forma de vida! Tudo é simplificado pela ausência de preocupação com a desgraça, quando esta acontece a cada passo; tudo é simplificado pela ausência de preocupação com os efeitos dos nossos actos, porque nada nos pode deixar mais triste do que aquilo que já estamos. O estado de estar deprimido é a melhor forma de vida, quando não nos preocupamos com o facto de estar mal vestidos (quer dizer, preocupamos, mas estamos demasiado tristes para lhe dar importância), com o facto de não tomarmos banho, com o facto de o nosso amor não nos ligar nenhuma, bem como os amigos, porque o estado depressivo em que estamos já conseguiu prever todos esses items à priori!
Mas como a minha depressão é mais básica do que esta que acabei de descrever, tenho-me sentido ligeiramente rebaixada do que aquilo que deveria! Vejo pessoas que parecem sentir-se bem com elas próprias, com aquilo que são, fisica e psicologicamente, com o seu estilo e com o seu corpo! Depois olho para mim, pareço um fantoche, os meus actos parecem acrobacias de circo, os meus passos descoordenados. Embora eu não me considere insegura, às vezes parece que não consigo deixar transparecer o que sou, a pessoa que passou muitos anos a estudar (não vão eles pensar que sou uma tótó), que passou uns bons anos a pensar sobre a vida, a analisar os outros e a mim mesma! Tenho que me debruçar sobre isto! Aproveitar que o Outono está a demorar a arrancar e deixar a depressão Outonal ajudar-me!
Só há duas pessoas no Mundo que me fazem sentir a melhor pessoa do Mundo, onde tudo é possível: onde é possível ser mais bonita, mais inteligente, cheirar melhor e fazer e/ou ter tudo aquilo que gosto. Obrigada. *j*t*

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

"Ser fixe" ou "Olha o Secundário todo outra vez!"

Neste último ano, o local onde trabalho passou por algumas transformações, não só em termos de funções, mas principalmente no que diz respeito às relações entre as pessoas.

Se desde o início estive afastada da "parte social", centrada nas minhas tarefas e na vontade de fazer melhor, comecei há uns meses a mostrar o que sou a algumas e selecionadas pessoas, e, com ingenuidade, acabei por incluir a maioria.

Assumo que me atrai a proximidade, sentir o cheiro à caixa de pandora de cada um, tentar quebrar a idealização e a fantasia de que, comparativamente, estarei a perder. Descobri pessoas especiais com qualidades e capacidades incríveis, descobri também o poder de sedução de alguns, descobri como são manhosas as mulheres,... Descobri também, para minha surpresa, que até ao final da vida encontrarei pessoas presas ao que é "ser fixe".

O móbil imediato desde post foi, sem dúvida, uns comentários de uma pessoa específica e que me agrada particularmente, de que me iria ensinar a travar. Por travar, entenda-se, vou-te ensinar como se fuma. Perplexa, só consegui perguntar à pessoa se ela acha que nasci com 25 anos, e se não tem a noção de que também tive adolescência.

Ok, assumo, dei um bafo num cigarro há mais de uma semana apenas pela curiosidade de experimentar uma determinada marca, e a ultima ganza que fumei foi em 2007 :)


Mas seja como for, esta imagem das pessoas que me conhecem medianamente fazem de mim, de que não parto um prato, ou de que tenho medo de isto ou daquilo, relembra-me tempos idos.

Voltei a experimentar um sentimento que não vivia desde o Secundário, o de estar no limbo entre quem é "fixe" e quem não o é. Em cima da mesa está então, a questão: preparar uma criança ou jovem para uma aceitação social satisfatória implica ensiná-lo a travar, e a usar asneiras como vírgulas?

Não posso, no entanto ser totalmente injusta: como pedir às pessoas que me vejam, se faço um esforço deliberado para filtrar o digo e faço?

Por Novembro

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

A primeira dúvida

Talvez por ter chegado ao fim das minhas férias do trabalho, ou por estar sentir o Inverno tão próximo, ou porque a realidade se apresenta mais clara, começo a sentir o peso deste "nós".

Sinto-me presa às cedências que tenho feito. Vejo agora que tenho aceite "só por mais este dia", ou ir para casa mais cedo, mas esses dias têm-se vindo a suceder frequentemente, e se pensar com rigor há coisas que não faço há vários anos.

Queria poder aproveitar o que me parece ser o ultimo fim-de-semana de verão, ou ir ao jantar para o qual fui convidada hoje, mas ele tem outros compromissos...

Acabo por ser sempre eu a ceder, como se ele tivesse um livre-transito da utilização do nosso tempo.

Eu sei que não tem de parecer "que somos siameses" (frase que aliás me magoou pelo contexto em que foi dita), não é de todo essa a ideia. Mas ceder não deveria ser apenas deixar-me sozinha se eu não quiser acompanhá-lo, seria poder decidir para onde vai o "nós", sendo que o voto de cada um deveria valer o mesmo. E o pior é que não me parece que a minha recusa em ir fosse assim tão bem aceite.

Será que vai ser assim sempre? Será que vai piorar? E quando tiver filhos?

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Assim, logo pela manhã...

Chateia-me... as palavras de desprezo logo de manhã, que passam pela língua com uma completa dificuldade!
Enoja-me... a subordinação contínua, humilhante, pegajosa, a troco de palavras rispidas e admiração nula!
Repulsa-me... a ignorância voluntária, a incapacidade de ser melhor e "mais alto".
Enerva-me... as conversas/discursos repetidos até ao limite da loucura.
Odeio... ver os outros serem humilhados à frente dos estupidos também eles com telhados de vidro!
Imobiliza-me... não saber em quem confiar, nem com quem posso desabafar, porque não sei até onde vão ser levadas as minhas palavras e com que formas lá vão chegar!
Vence-me... a minha incapacidade de mudar as pessoas, de torná-las melhores, mais conscientes do mundo que as rodeia, mais sensatas, mais inteligentes, menos cruéis.
Esgota-me... este modo de vida, moldado de castigos, penalizações e injustiças anulantes! *j*t*

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O meu guarda jóias secreto.



Acho que estou a conseguir cumprir com os objectivos a que me propus para 2009. Fico orgulhosa por isso. Há bem pouco tempo, que ainda não estou em mim de tão feliz, consegui aquele que é de todos o mais determinante, o mais importante e o mais marcante: adquirir um guarda-jóias (até aqui secreto). Sinto-me tão preenchida, que dou por mim a pensar nele, quando devia pensar em tudo menos nisso, pelo menos durante a hora de trabalho. Nesse guarda-jóias, como o próprio nome indica, vou guardar tudo aquilo que é de mais valioso para mim: os meus bens pessoais, nos quais deposito a minha confiança e orgulho; vou refugiar-me do mundo, quando este se torna mais assustador e ameaçador; vou dar abrigo aos meus amigos, sempre que eles o necessitem e/ou ali queiram partilhar a amizade; vou receber os meus familiares; vou dar espaço ao meu sobrinho para brincar e sentir-se bem, que é o que mais desejo para ele. Nesse guarda-jóias, vou guardar também o amor, para que ele não se perca ou dissipe, para que ninguém o roube ou cobice; nele vou passar menos tempo do que aquele que desejaria, porque ali vou com certeza ser mais eu, mas espero ali passar os melhores momentos da minha vida. Este novo e primeiro guarda-jóias simboliza um dos meus desejos para 2009, a auto-determinação, a separação e o aparecimento de uma nova pessoa, mais respeitada, pelo menos. Aquele espaço vai ser uma continuação de mim, onde vou guardar tudo o que me diz respeito e onde tudo vai ter um toque meu e onde vou inclusive guardar o meu feitio. Creio nele haver espaço para tudo. Sinto-me feliz, preenchida, cheia de vontade e desejo de começar uma vida nova. *j*t*


quinta-feira, 28 de maio de 2009

1 de Maio de 2009

Acordei e pensei “É hoje.” Ouvi os passos da minha mãe no corredor, com tanta expectativa como nunca; receio por saber que este será o último acordar naquele quarto, naquela cama, com aquelas pessoas do lado de fora. Subo o estore, olho para o vestido pendurado no varão dos meus cortinados, e respiro fundo. O dia nasce resplandescente. Saímos de casa para dar início ao ritual complexo de uma noiva. Tomámos a habitual torrada saloia e cacau quente, sem açúcar para mim, com dois pacotes para ela.

Ao chegar a casa, não perco tempo a ver como o meu irmão está bonito, apesar do seu olhar sério. Olho-me ao espelho de relance, visto a minha lingerie branca, depois o saiote armado, enquanto penso que certamente algumas pessoas se vão esquecer que chegou o dia. Sinto a calma inicial desta manhã a dissipar-se. Chegou a maquiadora, tranquila como se fosse um dia igual a tantos outros, e começa a pintar-me. Chegou logo em seguida a minha prima, de máquina fotográfica em riste, a primeira a chegar e a trazer consigo o espírito próprio dos convidados de um casamento. Chega o meu bouquet, termina a maquiagem, visto o meu vestido de princesa; chegou o momento pelo qual ansiei, ouvir a minha mãe dizer: "Estás tão linda, filha...".

Vários convidados chegam, e todos são especiais, mas tenho a responsabilidade de imortalizar o momento através de uma máquina, e por isso não consigo falar com nenhum, sentir o que estarão eles a pensar. E o que estará ele a pensar? Estará nervoso, ou arrependido, ou ligeiramente indiferente?

A tensão sobe, e deixo de ouvir e ver o mundo tal como ele é. Já não sei quem está comigo, só quero entrar para o carro, subir o altar a correr e olhar para a minha outra metade. O mundo gira mais lentamente enquanto eu me sinto a sufocar de tensão, quero ir mais depressa. Não consigo esperar que todos entrem na Igreja, para me verem entrar como seria suposto, não sou capaz de deixar o momento pelo qual esperei, adoptar o seu ritmo natural. Alguns olham e vêm, outros esquecem que não é um dia como outro qualquer. Só quando chego ao pé dele, percebo que tudo está bem, e não era preciso ter pressa, porque o dia pertence só a nós.

Ali em cima, o nosso amor foi imortal.

Queria poder parar o dia. Que dia ideal para estar com as pessoas de quem gosto, mas tudo acontece tão rápido... Quero ir ver o castelo onde crianças e mulheres soltam gargalhadas; sentar-me no alpendre com cadeirões de verga; agradecer à Jasmim, à Tina Turner, ao Rockabilly, que tornaram possível olhar para este dia e ter a certeza que só podia ser o nosso; mostrar os póneis à minha Inocas; dançar com as minhas companheiras de viagem; dar atenção a quem está com medo de me perder; ver o castelo de Palmela no horizonte, ... Quase que consigo, mas existem lembranças para entregar, prendas para agradecer, amigos para cumprimentar, bouquet para lançar, bolo para partir, amigos de quem me despedir.

O dia perfeito acaba, teimoso e inflexível. Acabo por aceitar que ele tem razão, já cumpriu todas as horas a que se propõs.

A seguir vem a noite. Finalmente estamos apenas dois, e depois só um.

Amanhã virá a vida.



Por Novembro*

quinta-feira, 12 de março de 2009

Desejos para 2009, by Jasmine Tea

Tardiamente aqui estou responder ao Tema Semanal da minha amiga Novembro.
Novo ano (quase a meio), novos votos & novos desejos:

A deixar para trás:

*) Medos, receios, limitações e inseguranças.

*) A cara de domingo, a roupa de domingo (que muitas vezes se resume ao pijama ou aquela roupa que adquire com o tempo essa função), usada durante a semana, e a falta de paciência e/ou dedicação para decidir a roupa a usar no dia-a-dia. Nunca se sabe o que vai acontecer durante o dia quando saímos de casa de manhã para ir trabalhar, nem quem vamos encontrar (e se reparares, é sempre naqueles dias em que não tomaste banho, lavaste os dentes ou que vestiste a primeira camisola que te apareceu à frente que encontras alguém que não vês desde a primária... e com que bela imagem essa pessoa vai ficar de ti!)!

*) A tendência absurda que tenho para me julgar, para me criticar e para me rebaixar, ilibando quase sempre os outros da sua culpa. Lá porque os outros nos apresentam argumentos e beicinhos com alguma segurança, não significa que eles estejam correctos.

A iniciar neste novo ano (que tenho tentado desde Janeiro):
*) Auto-determinação: deste ano não passa!
*) Dedicar-me ao amor: não que isto seja algo que vá começar em 2009, mas sim algo que vou assumir com mais força, seja naquilo que dou, seja naquilo que exijo.
*) Fazer exercício ao ar livre! Este desejo ainda não iniciei, mas quero ver se assim que o Sol se decidir a ficar e aquecer, começo a correr, a saltar a corda e arranjar companhia para o fazer! Boa Novembro!;))
Pronto, os meus desejos já estão, agora só falta o novo tema semanal da minha parte também!
Novembro, aproveito para dizer publica e secretamente o seguinte: Muitos parabéns, estavas linda e só quero que sejas muito feliz. Quero-o para ti, como quero para mim! Beijinhos, *j*t*



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Play - O

Hoje vou falar de sexo.

Lamentavelmente, qual tuga de gema, nunca falei das boas quec*as que têm acontecido com alguma regularidade. Porém, a ocorrência da pior quec*a deste ano, tem direito a post. É realmente lamentável, mas nem por isso me sinto demovida a assinalar a ocasião.

Pois é, várias poderão ser as razões para este acontecimento: toma muito recente de contraceptivo hormonal, onde o corpo poderá ainda estar em fase de adaptação; falta de preparação prévia, pois efectivamente não estava a prever a ocorrência de uma sessão de "amor"; cansaço, stress, e desânimo que sentia no dia; utilização de incentivo que se demonstrou uma grande falácia; entre outros.

Ressalvo que a pessoa que estava a tentar fazer "o amor" ao mesmo tempo que eu não poderá ser o culpado, pois como sempre acabou por demonstrar estar á altura. Ou ao comprimento, como preferirem.

O que me perturba é não conseguir percebeu porque aconteceu.

Será que este contraceptivo hormonal irá prejudicar as minhas relações mais intimas, através de secura desértica no baixo ventre e libido reduzida? Será que se trata de efeitos da fase de adaptação? É certo que detesto ter de utilizar este tipo de químicos, mas recuso a acreditar que foi por mera causalidade psicológica.

Ter-se-á dado o caso da utilização do gel alegadamente estimulador do orgasmo, Play-O, ter sido mais propriamente "dificultador" do orgasmo? Aproveito a oportunidade para expressar que se trata de publicidade enganosa: qual efeito peta-zetas qual quê, a sensação é a de que colocamos uma pastilha elástica de mentol super potente no sítio errado. Merece, contudo, o benefício da dúvida, pelo que o frasco ficou guardado para ser utilizado noutra circunstância.

Bem, durante o decorrer deste semana espero esclarecer estas dúvidas. Se nada for retratado, então descansem os meus caros bloguistas, pois significa que tudo está bem.

Novembro

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Terra Nostra!

Fartei-me de rir a ler este mail, cujo texto foi supostamente elaborado pelo Miguel Esteves Cardoso; com podem ver além da piada de uma forma geral, esta sátira toca-me de modo particular:

“Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo. Há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide. Nunca mais ninguém o viu.Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia! Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide eMoscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umaságuas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.

Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.

Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na CEE. De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?


Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses. Imagine-se o impacte de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar. Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho). E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).

É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto,
para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda. Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga),mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?


É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir. Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro). É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima! Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomesdos restaurantes giraços, tipo Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)

Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do "Bogadouro"¹, (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).¹ - Bogadouro é o Mogadouro quando se está constipado!!!", Miguel Esteves Cardoso.

Novembro

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Tema Semanal: Leve conto sobre o homem triste

Era uma vez... a história de um homem triste, que vivia sozinho, só com o seu cão e pouco mais bens que possuía. Ao contrário do que se fazia esperar, ele encontrava-se quase sempre rodeado de pessoas: umas brancas, umas pretas, umas altas e gordas, outras pequenas e magras, enfim, de tudo um pouco. De manhã até à noite, assim estava ele, rodeado de seres abstractos que para ele nenhum significado tinham e nenhuma importância lhes atribuia. Contudo, o seu medo de ficar sozinho, com o seu ser medíocre, triste e vazio, era tanto, que para as manter perto dele, aliciava-as com conversas do "entretém", com temas sem base nenhuma, com piadas supérfluas, com situações banais da vida pessoal comum, que ele contava com verdadeiro entusiasmo para fazer acreditar os outros da vida fantástica que parecia ter. Assim que estes seres, eles sim com uma vida a viver, independentes e conscientes, as costas viravam às palavras feias, gestos rudes e todo ele um ser anulado em si mesmo, ele exercia criticas ferozes, comentários cortantes e voltava sozinho para sua casa, depois de ter esprimido ao máximo as almas dos pobres ouvintes. *j*t*

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Sentimento do dia 3/Fev/2009

"Ás vezes abro armários e encontro la dentro fantasmas à espreita. Tantos fantasmas!

Escolho fugir, não os ver mais. Fugir, para outros armários onde ainda não tenho fantasmas de atalaia.

Quando este novo armário ficar contaminado, não saberei o que fazer."

Novembro

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Desejos para 2009, por Novembro

Neste novo ano de 2009...

*Quero deixar para trás:

1. A incapacidade de não me enervar devido á minha actual dinâmica familiar. Para quem me conhece, não é necessária explicação. Quero deixar para trás as pequenas impossibilidades, restrições, cuidados e pseudo-erros. Talvez daqui surjam apenas novos tipos de crítica, mas aqui estou para lidar com eles.

2. A nível profissional, espero deixar para trás a desconfiança dos superiores, a desorganização e a dificuldade em ser assertiva.

3. A dificuldade quem aceitar os meus erros e em me aceitar como imperfeita, aceitando assim que os outros podem falhar sem terem de se auto-mutilar por isso.


*Quero conseguir:
A. Viver esta vida a dois, com a minha casa a ser construída passo a passo, descobrindo sensações novas e "quentinhas" todos os dias. Ter os meus objectos na mesma casa.

B. Que depois de tudo correr bem no dia D, façamos uma lua-de-mel jeitosa, onde me divirta muito descanse muito e ame muito.

C. Desejo que o meu pai encontre um trabalho que lhe permita sustentar a sua casa e ajudar as filhas.

D. Para 2010 (um pouco de batota, eram apenas 3 desejos) desejo começar a dar formação ou matricular-me num mestrado; quem sabe, em 2011 estou a entrar num novo desafio, onde ganhe mais e tenha uma hora de entrada e de saída.

Até ao próximo café,

Novembro.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

"Desejos para 2009" - Proposta de Tema Semanal

Bom dia novo ano!!

O início de um novo ano representa, para a maioria das pessoas, a definição de novos objectivos e o alívio relativamente a problemas e situações, que podemos agora dizer que pertencem ao passado! Tal como diz o Dr.Phil, com o qual podemos aprender tanto na SicMulher (lol), objectivos são sonhos com um plano de execução.

Temos a possibilidade de respirar um ar um pouco mais puro, de inspirar uma bola de energia purificante e cicatrizante, enquanto expelimos ar negro e poluído, a cada expiração.

Falta frequentemente materializar esses desejos novos, para que na próxima passagem de ano, possamos comparar com o que aconteceu, e assim avaliar o que andamos para aqui a fazer neste mundo.

Assim, o tema desta semana é a definição de "3 objectivos principais" a alcançar neste novo ano, a par de "3 problemas" ou situações que queremos deixar para trás das costas.

Podemos obviamente alongar essa definição, descrevendo o plano para atingir os objectivos assim como o plano para manter as tais situações no passado.

E assim ficamos!

Caríssimas, até ao próximo café!