segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Desejos para 2010
Pois bem, correspondo a este estereotipo! Em 2010, desejo:
1) Ir tres vezes por semana ao ginásio.
Cumprir o plano que defini: segunda, sabado e domingo. Deixar o jantar de segunda já feito: para poder ir pelo menos uma vez durante a semana. Tem sido tão difícil ir ao ginásio! Com os nossos horários, chegar a casa as 21h00 e ir fazer jantar é demasiado cansativo, o dia iria parecer tão curto. Adoro como me sinto quando vou ao ginásio, sinto-me mais saudável, em forma e descontraída.
2) Sermos um casal mais organizado com as tarefas.
Nunca deixamos a comida a descongelar de véspera, andamos sempre a usar o microondas, qualquer dia nasce-me um terceiro braço com as radiações. Tenho de perceber se de facto estou sobrecarregada ou não, ando com ideia de que ele faz muito menos que eu mas ás vezes penso que estou a ser injusta.
3) Cuidar da minha imagem.
Tenho de aproveitar a minha juventude, caraças, senão qualquer dia acordo e sou uma cota cheia de celulite e rugas (a celulite já ca canta). Tenho de beber mais água, fazer as sobrancelhas uma vez por mês, ter a depilação em dia, cortar o cabelo antes de já parecer o abominavel homem das neves.
Por Novembro
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
O velho. Sem raivas. Apenas velho.
Preciso de outro café, é o que fiz durante anos em alturas de muito trabalho, e agora com 72 anos ainda não posso descansar, sou preciso. Fui o primeiro a chegar, ganhei a corrida mais uma vez. Vejo apenas o meu fiel encarregado, ele diz-me tudo o que preciso, vejo nos seus olhos como me reconhece.
As crianças gostam de doces, sempre resultou e continua a resultar, eu sou homem e tenho muita idade, mereço assim o seu respeito. Têm roupa e comida, ingratos; sou velho, mereço respeito. Outros não conseguem, não sabem, eu explico e não entendem.
Aquela chegou agora, quer sempre ficar em casa a dormir, a leviana, finge que contribui com alguma coisa de jeito. Finge que sabe o que fazer, e as suas omissões e imperfeições tornam estes jovens em delinquentes.
Eles não sabem que eu sou. Eu vejo, eu sei. Eles não sabem nem conseguem.
Eu é que sei.
...
Estou deitado na cama.
Dói-me o corpo, dói-me a alma. Será que faço falta?"
Tal como tu, conclui que me fazia mais sentido olhar para uma pessoa com quem estou todos os dias.
Por Novembro.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
"A pessoa ao lado"
Quantas vezes vamos na rua ou num café e reparamos em alguém, por ser diferente, belo, estar a ter um comportamento imprevisivel ou estranhamente normal? Quem são essas pessoas?
O meu desafio para esta semana é escolher alguém ao acaso na rua, reparar no máximo de detalhes, e imaginar quem é essa pessoa: como se chama; como acorda e deita todos os dias; em que pensa; quais os seus objectivos; quem ama e quem a ama; ou outros aspectos.
Esta semana transformamos um desconhecido num indivíduo.
Por Novembro.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Provações.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Tema Semanal: Medos, by JT
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Medinho!
- tenho medos associados ao sono, tais como:
* dormir sozinha em casa: começo a ouvir muito atentamente todos os barulhos, penso que haverão monstros ou espíritos por todo o lado e que se vão manifestar por eu estar sozinha;
* morrer a dormir: há dias em que, enquanto estou a adormecer mas ainda estou consciente, penso que irei morrer a dormir, e essa ideia de perda de controlo parece tão realista que desperto de imediato; normalmente as minhas insónias são por este motivo.
- tenho medo da solidão, claro está, não podia faltar. Tenho medo de a minha vida sofrer uma mudança total e inesperada e de eu me ver totalmente sozinha, sem sentido para continuar a acordar a cada dia. Aqui acho que podemos incluir o meu medo do ridículo e da não aceitação social, uma vez que no fundo, se relacionam com o medo de ficar sozinha.
- tenho medo da morte e da falta de saude. Já tive um medo irracional neste aspecto, que felizmente consegui ultrapassar. Não temo apenas a minha morte, mas também a daqueles que me são queridos.
Não sei se sabes isto sobre mim, mas eu sou muito fantasiosa, faço filmes autênticos na minha cabeça, enquanto que quem está de fora pensa que estava apenas distraída; estas fantasias são habitualmente com morte, acidentes ou discussoes graves. Chego a gesticular, chorar e a mover a boca como se estivesse na situação. Mas acabo por conseguir sair facilmente da fantasia e não transporto isso para o real.
E tu, jasmin?
Por Novembro.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Tema Semanal? Poupe-me!
Muito obrigada pela sentida homenagem! Snif! Vou começando a pensar no tema!
E proponho começar a escrever tema semanal sempre entre aspas, do tipo "Tema Semanal", uma vez que no fundo é o nome da rubrica e em nada condiciona a sua periodicidade. É "Tema Semanal" como poderia ser "Vozes do Bacalhau Ibérico"! Pretendendo indicar a frequencia do post, em termos, teria de ser Tema Mais ou Menos Mensal :)
Seja como for, são páginas que nos defininem: nem a mais, nem a menos, a conta que tem de ser; até porque somos pessoas de poucas mas sábias palavras, sem futilidades nem desperdícios de saliva (neste caso, de ponta do dedo).
Por Novembro
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Tema Semanal: Medos...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Solteira liberdade...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Escrever com Alma
É brutal, este homem escreve como ninguém. Passa por lá!
A depressão Outonal...
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
"Ser fixe" ou "Olha o Secundário todo outra vez!"
Se desde o início estive afastada da "parte social", centrada nas minhas tarefas e na vontade de fazer melhor, comecei há uns meses a mostrar o que sou a algumas e selecionadas pessoas, e, com ingenuidade, acabei por incluir a maioria.
Assumo que me atrai a proximidade, sentir o cheiro à caixa de pandora de cada um, tentar quebrar a idealização e a fantasia de que, comparativamente, estarei a perder. Descobri pessoas especiais com qualidades e capacidades incríveis, descobri também o poder de sedução de alguns, descobri como são manhosas as mulheres,... Descobri também, para minha surpresa, que até ao final da vida encontrarei pessoas presas ao que é "ser fixe".
O móbil imediato desde post foi, sem dúvida, uns comentários de uma pessoa específica e que me agrada particularmente, de que me iria ensinar a travar. Por travar, entenda-se, vou-te ensinar como se fuma. Perplexa, só consegui perguntar à pessoa se ela acha que nasci com 25 anos, e se não tem a noção de que também tive adolescência.
Ok, assumo, dei um bafo num cigarro há mais de uma semana apenas pela curiosidade de experimentar uma determinada marca, e a ultima ganza que fumei foi em 2007 :)
Mas seja como for, esta imagem das pessoas que me conhecem medianamente fazem de mim, de que não parto um prato, ou de que tenho medo de isto ou daquilo, relembra-me tempos idos.
Voltei a experimentar um sentimento que não vivia desde o Secundário, o de estar no limbo entre quem é "fixe" e quem não o é. Em cima da mesa está então, a questão: preparar uma criança ou jovem para uma aceitação social satisfatória implica ensiná-lo a travar, e a usar asneiras como vírgulas?
Não posso, no entanto ser totalmente injusta: como pedir às pessoas que me vejam, se faço um esforço deliberado para filtrar o digo e faço?
Por Novembro
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
A primeira dúvida
Sinto-me presa às cedências que tenho feito. Vejo agora que tenho aceite "só por mais este dia", ou ir para casa mais cedo, mas esses dias têm-se vindo a suceder frequentemente, e se pensar com rigor há coisas que não faço há vários anos.
Queria poder aproveitar o que me parece ser o ultimo fim-de-semana de verão, ou ir ao jantar para o qual fui convidada hoje, mas ele tem outros compromissos...
Acabo por ser sempre eu a ceder, como se ele tivesse um livre-transito da utilização do nosso tempo.
Eu sei que não tem de parecer "que somos siameses" (frase que aliás me magoou pelo contexto em que foi dita), não é de todo essa a ideia. Mas ceder não deveria ser apenas deixar-me sozinha se eu não quiser acompanhá-lo, seria poder decidir para onde vai o "nós", sendo que o voto de cada um deveria valer o mesmo. E o pior é que não me parece que a minha recusa em ir fosse assim tão bem aceite.
Será que vai ser assim sempre? Será que vai piorar? E quando tiver filhos?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Assim, logo pela manhã...
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O meu guarda jóias secreto.

quinta-feira, 28 de maio de 2009
1 de Maio de 2009
Ao chegar a casa, não perco tempo a ver como o meu irmão está bonito, apesar do seu olhar sério. Olho-me ao espelho de relance, visto a minha lingerie branca, depois o saiote armado, enquanto penso que certamente algumas pessoas se vão esquecer que chegou o dia. Sinto a calma inicial desta manhã a dissipar-se. Chegou a maquiadora, tranquila como se fosse um dia igual a tantos outros, e começa a pintar-me. Chegou logo em seguida a minha prima, de máquina fotográfica em riste, a primeira a chegar e a trazer consigo o espírito próprio dos convidados de um casamento. Chega o meu bouquet, termina a maquiagem, visto o meu vestido de princesa; chegou o momento pelo qual ansiei, ouvir a minha mãe dizer: "Estás tão linda, filha...".
Vários convidados chegam, e todos são especiais, mas tenho a responsabilidade de imortalizar o momento através de uma máquina, e por isso não consigo falar com nenhum, sentir o que estarão eles a pensar. E o que estará ele a pensar? Estará nervoso, ou arrependido, ou ligeiramente indiferente?
A tensão sobe, e deixo de ouvir e ver o mundo tal como ele é. Já não sei quem está comigo, só quero entrar para o carro, subir o altar a correr e olhar para a minha outra metade. O mundo gira mais lentamente enquanto eu me sinto a sufocar de tensão, quero ir mais depressa. Não consigo esperar que todos entrem na Igreja, para me verem entrar como seria suposto, não sou capaz de deixar o momento pelo qual esperei, adoptar o seu ritmo natural. Alguns olham e vêm, outros esquecem que não é um dia como outro qualquer. Só quando chego ao pé dele, percebo que tudo está bem, e não era preciso ter pressa, porque o dia pertence só a nós.
Ali em cima, o nosso amor foi imortal.
Queria poder parar o dia. Que dia ideal para estar com as pessoas de quem gosto, mas tudo acontece tão rápido... Quero ir ver o castelo onde crianças e mulheres soltam gargalhadas; sentar-me no alpendre com cadeirões de verga; agradecer à Jasmim, à Tina Turner, ao Rockabilly, que tornaram possível olhar para este dia e ter a certeza que só podia ser o nosso; mostrar os póneis à minha Inocas; dançar com as minhas companheiras de viagem; dar atenção a quem está com medo de me perder; ver o castelo de Palmela no horizonte, ... Quase que consigo, mas existem lembranças para entregar, prendas para agradecer, amigos para cumprimentar, bouquet para lançar, bolo para partir, amigos de quem me despedir.
O dia perfeito acaba, teimoso e inflexível. Acabo por aceitar que ele tem razão, já cumpriu todas as horas a que se propõs.
A seguir vem a noite. Finalmente estamos apenas dois, e depois só um.
Amanhã virá a vida.
Por Novembro*
quinta-feira, 12 de março de 2009
Desejos para 2009, by Jasmine Tea
A deixar para trás:
*) Medos, receios, limitações e inseguranças.
*) A cara de domingo, a roupa de domingo (que muitas vezes se resume ao pijama ou aquela roupa que adquire com o tempo essa função), usada durante a semana, e a falta de paciência e/ou dedicação para decidir a roupa a usar no dia-a-dia. Nunca se sabe o que vai acontecer durante o dia quando saímos de casa de manhã para ir trabalhar, nem quem vamos encontrar (e se reparares, é sempre naqueles dias em que não tomaste banho, lavaste os dentes ou que vestiste a primeira camisola que te apareceu à frente que encontras alguém que não vês desde a primária... e com que bela imagem essa pessoa vai ficar de ti!)!
*) A tendência absurda que tenho para me julgar, para me criticar e para me rebaixar, ilibando quase sempre os outros da sua culpa. Lá porque os outros nos apresentam argumentos e beicinhos com alguma segurança, não significa que eles estejam correctos.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Play - O
Lamentavelmente, qual tuga de gema, nunca falei das boas quec*as que têm acontecido com alguma regularidade. Porém, a ocorrência da pior quec*a deste ano, tem direito a post. É realmente lamentável, mas nem por isso me sinto demovida a assinalar a ocasião.
Pois é, várias poderão ser as razões para este acontecimento: toma muito recente de contraceptivo hormonal, onde o corpo poderá ainda estar em fase de adaptação; falta de preparação prévia, pois efectivamente não estava a prever a ocorrência de uma sessão de "amor"; cansaço, stress, e desânimo que sentia no dia; utilização de incentivo que se demonstrou uma grande falácia; entre outros.
Ressalvo que a pessoa que estava a tentar fazer "o amor" ao mesmo tempo que eu não poderá ser o culpado, pois como sempre acabou por demonstrar estar á altura. Ou ao comprimento, como preferirem.
O que me perturba é não conseguir percebeu porque aconteceu.
Será que este contraceptivo hormonal irá prejudicar as minhas relações mais intimas, através de secura desértica no baixo ventre e libido reduzida? Será que se trata de efeitos da fase de adaptação? É certo que detesto ter de utilizar este tipo de químicos, mas recuso a acreditar que foi por mera causalidade psicológica.
Ter-se-á dado o caso da utilização do gel alegadamente estimulador do orgasmo, Play-O, ter sido mais propriamente "dificultador" do orgasmo? Aproveito a oportunidade para expressar que se trata de publicidade enganosa: qual efeito peta-zetas qual quê, a sensação é a de que colocamos uma pastilha elástica de mentol super potente no sítio errado. Merece, contudo, o benefício da dúvida, pelo que o frasco ficou guardado para ser utilizado noutra circunstância.
Bem, durante o decorrer deste semana espero esclarecer estas dúvidas. Se nada for retratado, então descansem os meus caros bloguistas, pois significa que tudo está bem.
Novembro
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Terra Nostra!
“Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo. Há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide. Nunca mais ninguém o viu.Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia! Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide eMoscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide. Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umaságuas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos, Murtosa, Angeja… ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (...) Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para entrar na CEE. De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer integrar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses. Imagine-se o impacte de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de um jantar. Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente "E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata" (Espinho). E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto,
para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro? Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do Garganta Funda. Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga),mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso? Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra". Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir. Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro). É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away..."). Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa. Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima! Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros. Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomesdos restaurantes giraços, tipo Não Sei, A Mousse é Caseira, Vai Mais um Rissol. (...)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do "Bogadouro"¹, (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).¹ - Bogadouro é o Mogadouro quando se está constipado!!!", Miguel Esteves Cardoso.
Novembro
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Tema Semanal: Leve conto sobre o homem triste
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Sentimento do dia 3/Fev/2009
Escolho fugir, não os ver mais. Fugir, para outros armários onde ainda não tenho fantasmas de atalaia.
Quando este novo armário ficar contaminado, não saberei o que fazer."
Novembro
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Desejos para 2009, por Novembro
*Quero deixar para trás:
1. A incapacidade de não me enervar devido á minha actual dinâmica familiar. Para quem me conhece, não é necessária explicação. Quero deixar para trás as pequenas impossibilidades, restrições, cuidados e pseudo-erros. Talvez daqui surjam apenas novos tipos de crítica, mas aqui estou para lidar com eles.
2. A nível profissional, espero deixar para trás a desconfiança dos superiores, a desorganização e a dificuldade em ser assertiva.
3. A dificuldade quem aceitar os meus erros e em me aceitar como imperfeita, aceitando assim que os outros podem falhar sem terem de se auto-mutilar por isso.
*Quero conseguir:
A. Viver esta vida a dois, com a minha casa a ser construída passo a passo, descobrindo sensações novas e "quentinhas" todos os dias. Ter os meus objectos na mesma casa.
B. Que depois de tudo correr bem no dia D, façamos uma lua-de-mel jeitosa, onde me divirta muito descanse muito e ame muito.
C. Desejo que o meu pai encontre um trabalho que lhe permita sustentar a sua casa e ajudar as filhas.
D. Para 2010 (um pouco de batota, eram apenas 3 desejos) desejo começar a dar formação ou matricular-me num mestrado; quem sabe, em 2011 estou a entrar num novo desafio, onde ganhe mais e tenha uma hora de entrada e de saída.
Até ao próximo café,
Novembro.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
"Desejos para 2009" - Proposta de Tema Semanal
O início de um novo ano representa, para a maioria das pessoas, a definição de novos objectivos e o alívio relativamente a problemas e situações, que podemos agora dizer que pertencem ao passado! Tal como diz o Dr.Phil, com o qual podemos aprender tanto na SicMulher (lol), objectivos são sonhos com um plano de execução.
Temos a possibilidade de respirar um ar um pouco mais puro, de inspirar uma bola de energia purificante e cicatrizante, enquanto expelimos ar negro e poluído, a cada expiração.
Falta frequentemente materializar esses desejos novos, para que na próxima passagem de ano, possamos comparar com o que aconteceu, e assim avaliar o que andamos para aqui a fazer neste mundo.
Assim, o tema desta semana é a definição de "3 objectivos principais" a alcançar neste novo ano, a par de "3 problemas" ou situações que queremos deixar para trás das costas.
Podemos obviamente alongar essa definição, descrevendo o plano para atingir os objectivos assim como o plano para manter as tais situações no passado.
E assim ficamos!
Caríssimas, até ao próximo café!