Na minha busca por perguntas difíceis, encontrei este post noutro blog que achei bastante interessante e que gostava de partilhar:
"1) Se você conhecesse uma mulher grávida, que játivesse 8 filhos. Dois dos quais surdos, os outros dois cegos e um retardado,e ela tivesse sífilis, você recomendaria que ela fizesse um aborto?
2) Está na hora de eleger um novo líder mundial, evocê tem direito a voto. Aqui estão algumas informações sobre os trêscandidatos:
Candidato A- Está associado à políticos corruptos, e consulta astrólogos. Játeve duas amantes. Fuma como uma chaminé e bebe de 8 a 10 martinis por dia.
Candidato B- Já foi despedido de dois empregos, costuma dormir até omeio-dia, usava ópio na universidade e bebe um quarto de uma garrafa dewhisky todas as noites.
Candidato C- Ele é um herói de guerra ! Condecorado. É vegetariano, não fuma,bebe uma cerveja ocasionalmente e nunca teve nenhuma relação extra conjugal.
Qual destes candidatos você escolheria?
Qual é sua resposta?
Pensou bem?
Candidato A é: Franklin D. Roosevelt.
Candidato B é: Winston Churchill.
Candidato C é: Adolph Hitler.
Ah! E a resposta para a pergunta do aborto: se você disse sim, acabou dematar Beethoven!", retirado de http://anti-sociais.info
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Dinamização do Blog
Caríssimas!
Hoje reparei que desde que começamos a desenvolver um tema semanal que o número mensal de posts tem aumentado pelo menos o dobro, relativamente aos meses anteriores.
Acho que isto significa que até foi uma boa ideia, que devemos continuar a cultivar.
Mas também sinto que os temas semanais estão a absorver o nosso tempo, culpa dos compromissos laborais, eu sei. Vou fazer um esforço por não esquecer o "outro lado", tal como tu tens feito.
Até ao meu tema semanal!
Hoje reparei que desde que começamos a desenvolver um tema semanal que o número mensal de posts tem aumentado pelo menos o dobro, relativamente aos meses anteriores.
Acho que isto significa que até foi uma boa ideia, que devemos continuar a cultivar.
Mas também sinto que os temas semanais estão a absorver o nosso tempo, culpa dos compromissos laborais, eu sei. Vou fazer um esforço por não esquecer o "outro lado", tal como tu tens feito.
Até ao meu tema semanal!
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Tema da Semana: Questões para nos lixar! Ops...!
Devo confessar que quando lancei estas perguntas para Tema da Semana já sabia que, apesar de virem camufladas de perguntas banais, quando lidas pela segunda vez, se vão tornando mais difíceis de responder! Daí o desafio! Talvez não vá dar a nenhuma delas uma resposta conclusiva, final, directa e absoluta, mas vou com certeza pensar sobre elas! Aqui vão:
1) Por amor seria capaz de muita coisa, muita coisa mesmo! Sou-o todos os dias, 24/7! No entanto, mesmo no amor, teríamos que calcular os prós e contras! Mudar-me para um país distante, por amor e com amor, não me causaria qualquer transtorno! Eu própria pensei fazê-lo "sem amor", a não ser o "amor próprio", portanto... No entanto a pergunta termina com o "para sempre", que lixa qualquer tentativa de resposta politicamente correcta! Será que esse para sempre não era livre? Será que por razões de saúde não poderia voltar? Será que eu própria não poderia receber visitas dos meus familiares e amigos? Se a estas perguntas a resposta fosse não, seria obrigada a perguntar: então e o meu amor aos meus pais?; então e o meu amor ao meu sobrinho?; então e o meu amor à minha irmã e ao meu cunhado?; então e os meus amigos? Saberia eu de antemão que seria para sempre? Bem, sem o saber, mudar-me-ia, por amor, para um país distante (há sempre alguém que tem de ceder nestes casos, e porque não eu?). No entanto, sabendo que seria para sempre, de forma voluntária e consciente, acho que o faria também! Se fosse "para sempre", e estando consciente e livre, é porque apesar de sentir a falta, me sentia preenchida! O amor tem a capacidade de nos fazer sentir preenchidos e satisfeitos e a verdade é que toda a gente se sente sozinha só por não ser a única de alguém e, neste aspecto, acredito que o amor é capaz de colmatar muitas necessidades e problemas!
2) Apesar de passar 8h a trabalhar e só ter 3/4h por dia de vida pessoal, acho que preferia ter uma vida pessoal com mais sucesso do que a vida profissional! Ter uma casa, saúde, amor, amigos, é muito mais estimulante do que ter um patrão que gosta de nós, do nosso trabalho! Até porque se formos bons profissionais, mas ninguém o reconhecer (acontece tantas vezes), nós sabemo-lo e somos, com certeza, melhores pessoas a nível pessoal! É bom que fique clara uma coisa, não estaria disposta a trabalhar como varredora de lixo, separadora de lixo reciclável ou cozinheira no MacDonald's! Que me perdoem estes profissionais, mas com empregos destes não se pode ser feliz nas 3/4h que restam do nosso dia, caramba!
3) Epa, não sei! Na semana passada estive com amigdalite, dois dias fechada em casa, mais dois dias esta semana e já me estava a passar! No entanto, como dizia Fernando Pessoa: "primeiro estranha-se, depois entranha-se"! E vemos agora que a Coca-Cola é a bebida mais conhecida do Mundo! Portanto, com abrigo e comida providenciados, talvez a coisa até se passasse! Bem, vinha de lá com um bronze... e talvez até atlética (não haveria ursos, nem cobras, nem aranhas, pois não?).
4) Esta pergunta é um bocado estupida, não é? Perguntando que outra forma, querias ser mais feia e mais burra que o teu namorado? Para quê? Para ele ao fim de um mês perceber que és burra que nem uma porta, cheiras mal que nem um texugo (os texugos cheiram mal, não cheiram?) e que és feia que nem um caniche? Não me parece nada bem! A inteligência é relativa, mas em relação à beleza, acho que temos tendência para ficar orgulhosos do outro, por ele ser bonito, inteligente, atlético, sei lá! O ciúme existe quase sempre que existe amor, portanto seja o outro atraente ou não, nunca devemos tomá-lo como certo e devemos ter ciúmes por saber e ver que o outro "atrai" olhares e/ou atenção de alguma forma! Não gostaria que ele fosse mais bonito que eu, nem eu mais bonita que ele. Gostaria que tudo fosse harmonioso! Quantas vezes não viste já um casal em que um é mais feio que o outro e nenhum dos dois é bonito? Há sempre alguém para qualquer pessoa!
5) Sinceramente não sei se seria boa ideia! Mas ao mesmo tempo não vejo qual seria o problema... eu, pessoalmente, falo abertamente com os meus amigos, por isso não teria qualquer problema em falar-lhe sobre a "verdade das coisas". Ao fim de tantos anos de convivência, conversas e descobertas juntos, acho que não haveria nada que não pudesse ser dito. Apesar disto, e como li esta semana numa revista: "a verdade transforma as palavras em facas". Algum de nós poderia estar mais vulnerável e poderíamos ferir-nos uns aos outros, com verdades que não são assim tão importantes, pois, no fundo, cada ser é como é e existem certas características que não são impediditivas de uma boa relação de amizade!
6) Acho que de todas esta é a mais difícil... Não há nada que não precise de tempo, de paz (interior) e segurança para crescer! Como tal, a vida, para decorrer, também precisaria disso! Até porque um "quê" de previsibilidade nunca fez mal a ninguém, pois é daí que nasce a confiança e a cumplicidade que nos liga uns aos outros! Porém, às vezes é preciso que venha um pouco de vento para fazer transportar de uma planta para a outra as sementes próprias para a fecundar ou um passarinho maroto que, de forma imprevisível, faça esse papel! Como acho que ambas as opções têm coisas boas, faço assim: junto tudo e começa assim a pergunta: Gostaria de ter uma vida louca... (...) ... nem flutuações da sorte? Sim! *j*t*
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Seis perguntas. Seis dilemas. Seis... respostas?
Aqui está a resposta ao tema proposto pela chazinha! Desta vez sem atrasos significativos. Devo admitir que são perguntas complicadas. Quando tiveres uma varinha de condão e eu acredite que seja mesmo possível escolher entre os dilemas expostos, talvez as minhas respostas sejam completamente diferentes.
1*) Por amor serias capaz de mudar-te para um país distante, deixar a família e os amigos... para sempre?
Não sei responder a esta pergunta... Sabemos que em princípio vamos ter de criar a nossa própria família e nos desvincular um pouco daquela em que nascemos. Mas apesar disso, nenhum amor surge com garantia. Acho que sou muito ligada aos espaços e às coisas, e que não conseguiria cortar o cordão umbilical. Mas quem sabe, às vezes surpreendemo-nos com nós próprios.
2*) Se tivesses de optar, preferias ter sucesso profissionalmente e uma vida pessoal pouco estimulante ou vice-versa?
Vida pessoal estimulante, isto sem dúvida. Apesar de viver muito o meu trabalho, acho que a vida pessoal é aquilo que nos define, quando pensamos nos marcos da nossa vida são os aspectos pessoais que nos identificam em primeiro lugar. Se calhar se a minha vida profissional não fosse tão exigente, teria mais tempo para cuidar de mim, dos meus amigos e familiares, e de fazer outras coisas que gosto.
Humm…. Mas espera lá, se a pergunta é em relação a dinheiro, temos que rever esta resposta! É que sem um salário como deve ser a vida pessoal não pode ser estimulante para sempre, comer açorda todos os dias dentro de uma barraca, com um homem malcheiroso e putos cheios de piolhos…. Humm… Dá que pensar!
3*) Aceitarias passar um mês num paraíso natural (com abrigo e comida, mas não verias absolutamente ninguém)?
Um mês? Acho que não de que serve ver as estrelas, tomas banho no mar, comer comidas exóticas, e não ter ninguém com quem partilhar? Somos animais sociais acima de tudo; não acho que enlouqueceria, mas ia ser muito difícil usufruir desse paraíso natural.
4*) Gostarias que o teu namorado/cônjuge fosse mais inteligente e atraente do que tu?
A minha primeira resposta foi de imediato “não”! Mas pensando bem, pessoalmente é uma coisa em que penso. Com isto não quero dizer que o meu “bikemen” não seja inteligente e atraente: acho que estamos os dois no mesmo patamar.
Se apesar de ser inteligente e atraente continuasse comigo, então porque não aproveitar essa dádiva de Deus, tornar-me eu própria mais culta e usufruir de uns abdominaizinhos todos definidinhos? Ai ai…
5*) Se os teus amigos estivessem dispostos a dizer-te, directa e honestamente, o que realmente pensam de ti, querias que o fizessem?
Sem a menor dúvida que sim. Mesmo que isso me perturbe, sempre preferi saber, às vezes chego a ser chata e insistente. Eu sei que muitas vezes acaba por nos influenciar, mas sem dúvida que queria saber. Aliás, quero. Ser calhar o meu próximo tema é “ Composição sobre as colegas do blog: características, qualidades e defeitos”.
6*) O que preferias: uma vida louca e turbulenta, cheia de alegria, tristeza, paixão e aventura ou uma vida feliz, segura e previsível, sem grandes emoções nem flutuações da sorte?
Acho que esta pergunta tem muito a ver com a número dois. É uma pergunta muito difícil, sem uma resposta curta, definitiva e objectiva. Eu quero uma vida louca, cheia de alegria, paixão, feliz e mas segura.
Eu sei que a segurança muitas vezes causa em nós uma sensação de deja vu, de que já conhecemos a nossa rotina, mas também é importante para mim ter alguma segurança para conseguir gozar alguma loucura dos dias.
Mas quero muita paixão e momentos felizes, o sal da vida… Para quê viver sem anos cem anos de peixe cozido se podemos viver noventa anos de lasanha?
Agora sou eu, não é? Já tenho os neurónios a trabalhar!
1*) Por amor serias capaz de mudar-te para um país distante, deixar a família e os amigos... para sempre?
Não sei responder a esta pergunta... Sabemos que em princípio vamos ter de criar a nossa própria família e nos desvincular um pouco daquela em que nascemos. Mas apesar disso, nenhum amor surge com garantia. Acho que sou muito ligada aos espaços e às coisas, e que não conseguiria cortar o cordão umbilical. Mas quem sabe, às vezes surpreendemo-nos com nós próprios.
2*) Se tivesses de optar, preferias ter sucesso profissionalmente e uma vida pessoal pouco estimulante ou vice-versa?
Vida pessoal estimulante, isto sem dúvida. Apesar de viver muito o meu trabalho, acho que a vida pessoal é aquilo que nos define, quando pensamos nos marcos da nossa vida são os aspectos pessoais que nos identificam em primeiro lugar. Se calhar se a minha vida profissional não fosse tão exigente, teria mais tempo para cuidar de mim, dos meus amigos e familiares, e de fazer outras coisas que gosto.
Humm…. Mas espera lá, se a pergunta é em relação a dinheiro, temos que rever esta resposta! É que sem um salário como deve ser a vida pessoal não pode ser estimulante para sempre, comer açorda todos os dias dentro de uma barraca, com um homem malcheiroso e putos cheios de piolhos…. Humm… Dá que pensar!
3*) Aceitarias passar um mês num paraíso natural (com abrigo e comida, mas não verias absolutamente ninguém)?
Um mês? Acho que não de que serve ver as estrelas, tomas banho no mar, comer comidas exóticas, e não ter ninguém com quem partilhar? Somos animais sociais acima de tudo; não acho que enlouqueceria, mas ia ser muito difícil usufruir desse paraíso natural.
4*) Gostarias que o teu namorado/cônjuge fosse mais inteligente e atraente do que tu?
A minha primeira resposta foi de imediato “não”! Mas pensando bem, pessoalmente é uma coisa em que penso. Com isto não quero dizer que o meu “bikemen” não seja inteligente e atraente: acho que estamos os dois no mesmo patamar.
Se apesar de ser inteligente e atraente continuasse comigo, então porque não aproveitar essa dádiva de Deus, tornar-me eu própria mais culta e usufruir de uns abdominaizinhos todos definidinhos? Ai ai…
5*) Se os teus amigos estivessem dispostos a dizer-te, directa e honestamente, o que realmente pensam de ti, querias que o fizessem?
Sem a menor dúvida que sim. Mesmo que isso me perturbe, sempre preferi saber, às vezes chego a ser chata e insistente. Eu sei que muitas vezes acaba por nos influenciar, mas sem dúvida que queria saber. Aliás, quero. Ser calhar o meu próximo tema é “ Composição sobre as colegas do blog: características, qualidades e defeitos”.
6*) O que preferias: uma vida louca e turbulenta, cheia de alegria, tristeza, paixão e aventura ou uma vida feliz, segura e previsível, sem grandes emoções nem flutuações da sorte?
Acho que esta pergunta tem muito a ver com a número dois. É uma pergunta muito difícil, sem uma resposta curta, definitiva e objectiva. Eu quero uma vida louca, cheia de alegria, paixão, feliz e mas segura.
Eu sei que a segurança muitas vezes causa em nós uma sensação de deja vu, de que já conhecemos a nossa rotina, mas também é importante para mim ter alguma segurança para conseguir gozar alguma loucura dos dias.
Mas quero muita paixão e momentos felizes, o sal da vida… Para quê viver sem anos cem anos de peixe cozido se podemos viver noventa anos de lasanha?
Agora sou eu, não é? Já tenho os neurónios a trabalhar!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Amigdalite pro-activa!
Querida Novembro, decidi expor publicamente algo que nunca antes se havia passado! Decidi aproveitar estes dois últimos dias de alerta laranja nacional (o segundo mais perigoso dos alertas coloridos nacionais), devido aos ventos e chuvas que se fizeram sentir, para ficar em casa com amigdalite! Achei que era uma boa altura para ficar em casa doente, até porque na rua não se andava lá muito bem! Aliás, levantar, tomar banho, vestir-me, sair de casa, molhar-me toda para tirar o carro da garagem, ir trabalhar toda encharcada, passar 8h sentada, voltar para casa, molhar-me toda para arrumar o carro na garagem e chegar a casa que nem um pinto (ou pinta, se preferires!), toda despenteada, não lembra a ninguém! E já que ia ficar em casa, decidi ter amigdalite (atenção, não foi o contrário que aconteceu, foi mesmo por esta ordem: decisão de ficar em casa e só depois ter amigdalite, claro!).
Um pouco aborrecida de não fazer nada, recebo uma msg da minha querida amiga Novembro, que sempre demonstrou um grande carinho para comigo, a solicitar-me que lhe limpasse o carro, que se encontra lesionado na minha garagem! E eu pensei, que bela ideia! E lá fui eu, de pano do pó, limpa vidros, aspirador e as minhas duas amígdalas, inchadíssimas e cheias de pus, a caminho da garagem! A certa altura já não me estava a sentir muito bem, mas decidi continuar, pois já não faltava assim tanto, e isto porquê? Porque tinha um vidro a menos para limpar o que, parecendo que não, facilitou muito mais a coisa! São 5 €, ok? (*)
..
(*) Qualquer semelhança com a realidade, é pura mentira!
Tema da Semana: Questões que dão que pensar!
E que dão eventualmente para responder, umas com mais facilidade que outras, mas que dão para responder! Não vou mentir e assumir que foram questões criadas por mim! Não que eu não fosse capaz, mas achei por bem dizer que as achei curiosas quando as li numa revista e decidi lançá-las para Tema da Semana! Aqui vão elas (sem prazo para resposta)!
1*) Por amor serias capaz de mudar-te para um país distante, deixar a família e os amigos... para sempre?
2*) Se tivesses de optar, preferias ter sucesso profissionalmente e uma vida pessoal pouco estimulante ou vice-versa?
3*) Aceitarias passar um mês num paraíso natural (com abrigo e comida, mas não verias absolutamente ninguém)?
4*) Gostarias que o teu namorado/conjuge fosse mais inteligente e atraente do que tu?
5*) Se os teus amigos estivessem dispostos a dizer-te, directa e honestamente, o que realmente pensam de ti, querias que o fizessem?
6*) O que preferias: uma vida louca e turbulenta, cheia de alegria, tristeza, paixão e aventura ou uma vida feliz, segura e previsível, sem grandes emoções nem flutuações da sorte?
Fonte: Saber Viver, junho 2007 ("O Livro das Perguntas", de Gregory Stock, Ed. Estrela Polar)
segunda-feira, 7 de abril de 2008
10 Coisas Mais Irritantes - Parte II
Olá caro cafezinho! Desculpa não te ter dado atenção por estes dias. Com o acordo da minha cara companheira chazinha, vou despachar de uma vez este tema infeliz que nasceu numa sexta-feira treze com certeza.
6º Irrita-me não ter confiança suficiente para seguir os meus instintos. Irrita-me ainda mais quando vejo que estava certa. Passo a explicar: sabem aquelas coisas/pessoas que nunca nos passarem bem na goela, mas nós até fazemos um esforço porque no fundo não existe nada de concreto para esse sentimento existir? E nós, pensamos "vê lá se te acalmas, nota bem que não se passa nada, dá um desconto que no fim vais ver que vale a pena". Notícias do fim: cheguei, e confirmei que tenho razão. A parte irritante é mesmo não ter sido fiel a isso desde o início.
7º Irrito-me quando me ofendem e não me consigo defender, mesmo sabendo que tenho razão, principalmente se de acordo com as circunstâncias a versão final não será aquela em que eu acredito.
8º Irrita-me viver num país onde se trabalha toda uma vida e no fim não se tem nada de concreto, a não ser prestações e dívidas de empréstimos. Irrita-me viver com a ameaça ou o risco do desemprego, onde as pessoas não investem nas pessoas.
9º Irritam-me características como a incoerência, a arrogância, a intromissão, o cinismo, os sentimentos de superiodade.
10º Por último, mas não menos importante, irrita-me pisar coco de cão, pagar de mais pelo que vale de menos, pessoas a cheirar mal ao meu lado, que me empurrem e não peçam desculpa, que não me digam o que estão a pensar se é sobre mim, que me digam que me conhecem quando não fazem a mínima.
Pronto, está com a J&T, aguardo instruções
6º Irrita-me não ter confiança suficiente para seguir os meus instintos. Irrita-me ainda mais quando vejo que estava certa. Passo a explicar: sabem aquelas coisas/pessoas que nunca nos passarem bem na goela, mas nós até fazemos um esforço porque no fundo não existe nada de concreto para esse sentimento existir? E nós, pensamos "vê lá se te acalmas, nota bem que não se passa nada, dá um desconto que no fim vais ver que vale a pena". Notícias do fim: cheguei, e confirmei que tenho razão. A parte irritante é mesmo não ter sido fiel a isso desde o início.
7º Irrito-me quando me ofendem e não me consigo defender, mesmo sabendo que tenho razão, principalmente se de acordo com as circunstâncias a versão final não será aquela em que eu acredito.
8º Irrita-me viver num país onde se trabalha toda uma vida e no fim não se tem nada de concreto, a não ser prestações e dívidas de empréstimos. Irrita-me viver com a ameaça ou o risco do desemprego, onde as pessoas não investem nas pessoas.
9º Irritam-me características como a incoerência, a arrogância, a intromissão, o cinismo, os sentimentos de superiodade.
10º Por último, mas não menos importante, irrita-me pisar coco de cão, pagar de mais pelo que vale de menos, pessoas a cheirar mal ao meu lado, que me empurrem e não peçam desculpa, que não me digam o que estão a pensar se é sobre mim, que me digam que me conhecem quando não fazem a mínima.
Pronto, está com a J&T, aguardo instruções
terça-feira, 1 de abril de 2008
Life revisited
As mulheres são seres múltiplos e emocionais. O que traz mais colorido à sua existência também as sobrecarrega. As mulheres fazem demais, sacrificam-se demais e sofrem demais; têm crises conjugais, crises existênciais, crises de identidade, crises de culpa e crises de nervos; são meninas, mulheres, mães, mães dos maridos, amigas e amantes; mandam em 100 funcionários durante o dia e lavam a loiça à noite; choram às escondidas, acham que o seu relacionamento acabou e depois descobrem que era tudo tensão pré-menstrual (*).
Gostei desta passagem que li num artigo escrito por esta senhora que já havia citado em outros posts. Tudo para iniciar um post que no fundo não tem tanto que ver com o que pretendo, mas gostei dele e quis partilhá-lo, pois também tu estarás provavelmente a identificar-te com alguns pontos desta passagem...
Eu disse a alguém (que ocupa o meu coração) que não era simpática, e não sou! Não gosto de rir por rir, falar por falar e dizer aquilo que me apetece, a não ser aos que me conhecem melhor (para estes não tenho nada a esconder, eles já sabem como sou medíocrezinha!). Quantas vezes não me apanhaste já a olhar com cara de parva para certas situações e com certas pessoas, em que não consigo esconder a estupefacção e falta de paciência para certas coisas. Não suporto situações ridículas, encenadas por pessoas ridículas com o intuito, muitas vezes, de fazer os outros parecer ridículos (quando no fundo ridículos são os próprios actores da cena). Irrito-me facilmente e chateio-me simplesmente por ouvir "bitates" isentos de conteúdo, em que o sorriso em nada força os meus lábios para sair... Gosto de falar, desabafar, ouvir, rir, divertir-me, mas admito que tenho pouca paciência para pessoas/situações que não fazem despertar a minha atenção ou, pelo contrário, despertam o pior de mim, nos primeiros... talvez... 5 minutos de duração! Sou difícil? Sou! Sou simpática? Não! Sou compreensiva? Sou (às vezes demasiado)! Sou exigente? Também sou!
Há pouco tempo soube, por intermédia pessoa, de um percurso de vida de uma pessoa que me foi muito próxima e que já não vejo há algum tempo. Posso dizer que passei pela fase do choque, pela fase da negação, pela fase do riso (sim, daquelas vezes que me perguntaram: "estás a rir-te de quê, pá?), pela fase da desilução distante que posteriormente conduziu à fase em que estou agora, construtiva, neste ponto! A desilusão não tem que existir em relação ao Outro, pois cada um sabe de si e só cada pessoa poderá saber o que é melhor para si próprio! A desilusão só surge porque todas as relações assentam numa base de confiança, promessas e supostamente verdades, daí que se parta imediatamente para a procura de explicações, razões, rasgos de mentira, para perceber se falhei em algum lado, para entrar em contra mão em alguma altura da minha vida naquela fase e não me aperceber disso, a não ser quando cheguei ao fim da AE e vi que a senhora da portagem estava no lado direito do meu carro e tive que me esticar todinha (às vezes até do lado esquerdo é difícil!) para lhe tocar a unhas diagonalmente pintadas e depositar-lhe o dinheiro na palma da mão! Será que temos que ser mais exigentes com os outros? Sim, acho agora que sim, com muito mais força do que sabia até aqui! Temos que ser mais exigentes com as palavras e com os gestos. Temos que pedir mais, porque as pessoas podem transformar-se em qualquer altura e não podemos constantemente abdicar daquilo que acreditamos. O ser humano tem uma capacidade incrível para o amor, próprio e para os outros, mas o mal está-lhe inerente, desde o início dos tempos: o homem é naturalmente mau, já dizia Jean-Jacques Rousseau, juro que não estou a inventar nada! Bem, também não estou a querer dizer que é tudo feito por maldade, sou razoável antes de mais! Mas a verdade é que todos temos necessidades, dias maus e menor indice de paciência em certos dias ou em certas fases da vida e aqueles que estão mais próximos de nós têm que perceber isso! Não aos sapos na barriga, que nos tapam a garganta, enchem o estômago e não nos permitem por vezes até engolir a comida (ok, Novembro?).
Até porque podemos sempre aprender qualquer coisa, pois, já que a D. Lidia Weber é psicóloga, ela continua e diz-nos que às vezes basta compreender que não podemos agradar a todos o tempo todo e usar mais frequentemente um palavrinha: não(*)! *j*t*
(*) Lidia Weber, psicóloga em Curitiba, Brasil.
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