quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Síndrome Pré-Menstrual


Oh Novembro, a Fadinha mais actual de todas nós (mas por pouco mais tempo), nada me tira da cabeça que essa menina, que te põe/pôs os pelitos superiores em pé, não estava a sofrer mais do que de Síndrome Pré-Mentrual... Isn't that obvious?! Só mesmo uma pessoa a sofrer de forma paralela do mesmo mal para a compreender, entenda-se, eu! Aquele período acaba por ser um dos piores da vida de uma mulher, o que, se pensarmos a sério sobre isto, não é assim tão mau! Dura cerca de 4/5 dias, de mês a mês, mais coisa menos coisa, e depois passa! O grande problema no meio disto tudo é o quê? É que antes de ele acabar, acabamos nós com a vida, a nossa e a dos outros! Essa miúda, ops, desculpem, mulher, estava claramente a tentar terminar com a vida dela e a de todos naquela instituição! Ao que consta, parece haver mais gente por lá a ter sintomas de Síndrome Pré-Mentrual, mas isto também já não interessa!

O que é realmente importante, isso sim, é o curioso de tudo isto! Ele vem, devagarinho, instala-se, provoca uma dor miudinha, desconforto a determinados níveis e, quando pensamos controlá-lo, pimba!, lá está ele já impregnado nas nossas palavras, nos nossos actos, nos nossos pensamentos e em tudo aquilo que somos! É o horror! Assim como vem, também vai! Começamos a pensar mais claramente e menos impulsivamente (Nota.: Cada caso está sujeito a conferência). Verdades ou não, vemos coisas nunca antes vistas, pensamos coisas nunca antes pensadas e ouvimos coisas nunca antes ditas daquela forma. Posto isto, cabe-me afirmar que se "sofre" como nunca nos restantes 20 e tal dias do mês, julgo eu!

Li num outro blog, um post sobre o amor e seu ciclo de vida. E soube hoje uma coisa que também tem que ver com isto! Custa-me saber que o amor acaba, a paixão, a vontade, o desejo, o orgulho e a admiração, quando se começa de facto a conhecer o outro que insiste em estar a nosso lado! Bem, mas como o efeito "spm" está a passar, deixo para o mês que vem uma dissertação sobre isto! *j*t*

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Pára de chorar, miúda!

Este título podia ter várias interpretações profundas, metafóricas, abstractas... Mas não, neste momento significa "pára de chorar baba e ranho, miuda birrenta!".
Neste momento, todo o meu instinto maternal foi pelo cano, não sei se recupero antes dos 40, e aí talvez seja tarde de mais.
Estas criaturas cheias de baba, que fazem cócó num amarfanhado de algodão, não conseguem comer sozinhas, não lavam os dentes como deve ser, e gritam, gritam, gritam, e não se apercebem que os outros não são adivinhos, e que é necessário explicar o que se quer primeiro.
E depois crescem. E deixam de gritar tanto, mas passam a gritar com as mãos e com os pés.
E depois crescem. E passam a enfiar os dedos nas feridas dos outros , quando vêm que algo não está a correr bem; vêm os caminhos mais escuros, e não vêm os mais sinalizados.

É claro que hoje não estou com paciência, nem sequer com vontade. Devia ter ido para caixa do continente.