Este título podia ter várias interpretações profundas, metafóricas, abstractas... Mas não, neste momento significa "pára de chorar baba e ranho, miuda birrenta!".
Neste momento, todo o meu instinto maternal foi pelo cano, não sei se recupero antes dos 40, e aí talvez seja tarde de mais.
Estas criaturas cheias de baba, que fazem cócó num amarfanhado de algodão, não conseguem comer sozinhas, não lavam os dentes como deve ser, e gritam, gritam, gritam, e não se apercebem que os outros não são adivinhos, e que é necessário explicar o que se quer primeiro.
E depois crescem. E deixam de gritar tanto, mas passam a gritar com as mãos e com os pés.
E depois crescem. E passam a enfiar os dedos nas feridas dos outros , quando vêm que algo não está a correr bem; vêm os caminhos mais escuros, e não vêm os mais sinalizados.
É claro que hoje não estou com paciência, nem sequer com vontade. Devia ter ido para caixa do continente.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
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