quarta-feira, 2 de março de 2011

Para ti Sweet Novembre.

Querida amiga, um post para ti:
Descobri que um amor tanto pode dar vida, como pode tirá-la. Esgotando-a, secando-a e fazendo-a esvoaçar pelo ar. Descobri também que as vidas não têm que ser todas iguais, mas também não obrigatoriamente todas diferentes, pela simples necessidade de ser diferente. Temos simplesmente que nos adaptar a ela. Já sabia (mas redescobri) que a amizade só é amizade se em alguma das suas formas existir a aprendizagem e a partilha de experiências, que só tornarão possível o crescimento, de uma das partes ou de ambas. De facto, naquele dia, não me disseste nada de novo; não trazias, como muita pena minha, dentro da mala a resolução, qual Teorema de Pitágoras, para todos os meus problemas: (-) com (-) dá (+), né?; e também não exaltaste nem abafaste as minhas dúvidas. Mas houve uma coisa que fizeste e que muito provavelmente nem deste por isso: estiveste lá, calma e serena, mostrando a V. (aparentemente) segura que eu conheço. Sim, vi em ti uma calma que não conhecia, vi em ti uma ligeira paz interior que há muito tempo que não via, mas acima de tudo vi uma rapariga a viver a vida, a vivê-la realmente, a senti-la e a absorver cada dia que passa. E ver-te assim e sentir que tudo valeu a pena, valeu mais que as mil palavras que podias ter proferido. E por tudo isso: obrigada! *j*t*

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