Estes serão os meus últimos dias como mulher casada.
Casada com o medo da perda do meu lugar nos corações.
Casada com o terror do desconhecido, com a exigência e o nojo simultâneos do “para sempre”.
Casada com o silêncio exterior sobre o desconforto interior.
Serei,
Divorciada do dever-ser, que não seja visto e reconhecido por mim.
Divorciada das pessoas que não me tornem mais feliz e que não me façam sentido.
Divorciada da visão limitada e obtusa sobre o mundo.
A requerente MULHER,
Novembro.
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